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16 de set. de 2011

Muitos empreendedores têm apostado alto na vaidade do brasileiro, e ajudado a impulsionar o crescimento do setor de serviços do país, que se destaca no crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

De acordo com dados do IBGE, os serviços tiveram expansão de 0,8%, a maior entre os setores da economia. Os dados da Junta Comercial mostram que na cidade de São Paulo o número de registros em cartório de novos estabelecimentos ligados ao setor de beleza já supera, o de lanchonetes e estabelecimentos similares como casas de chá e de sucos, só alguns como exemplo.

Segundo informações entre janeiro e julho deste ano, foram abertas em São Paulo 2.445 empresas de serviços relacionados à beleza, uma alta de 85% em relação ao número de registros no mesmo período do ano passado (1.317). Já o número de abertura de lanchonetes e similares subiu de 1.705 em 2010 para 1.989 em 2011 (alta de 12,5%). Segundo os dados da Junta, existem em atividade na cidade 10.123 estabelecimentos ligados à beleza e 40.552 lanchonetes.

O que mais tem contribuindo para esse alto crescimento e o incentivo que está sendo dado à formalização pelo programa federal que criou a figura jurídica do Empreendedor Individual para negócios com receita bruta anual de até R$ 36 mil.

Havendo uma redução da burocracia e menores alíquotas, o programa tem facilitado a legalização e o registro no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), o que faz com que muitos desses pequenos estabelecimentos passem tanto a emitir nota fiscal como a ter acesso a financiamentos, além de garantir a cobertura da Previdência Social.



Fonte: G1
8 de fev. de 2011
A demanda do consumidor por crédito cresceu 12,9% em janeiro, na comparação com o mesmo mês do ano passado, registrando a menor taxa de expansão nesse confronto dos últimos seis meses, de acordo com o indicador da Serasa Experian divulgado nesta terça-feira.

Em dezembro de 2010, a demanda por crédito havia crescido 19,7% em relação ao mesmo mês de 2009, e em novembro, 19,8%, essa medida já tem afetado as concessionárias,agencias de carros usados, na verdade todo o setor que envolve direta ou indiretamente esse segmentos,inclusive o de seguros que tem sofrido com a medida, com elevada taxa de juros para o consumidor final os consumidores estão optando para comprar carros zero por que tem menor taxa e os bancos das suas respectivas marcas,fazem o possível para vender o veiculo,com isso a tendência e a migração para as principais montadoras..

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