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18 de mai. de 2011
A economia está em desaceleração. Ponto. Críticas contra o governo passaram a ser comuns, sobretudo em relação a uma possível alta da inflação. Outro ponto. Alexandre Tombini, presidente do Banco Central (BC), pede aos consumidores diminuição no ímpeto de compras. Mais um ponto.

Pois bem, enquanto entre um ponto e outro os itens são relacionados, a Serasa Experian aponta por meio do Indicador da Demanda das Empresas por Crédito que o número de companhias que buscou crédito recuou 5,1% em abril de 2011 perante o mês imediatamente anterior. No confronto anual outra baixa, de 5,3%.

Como previsto há semanas, a procura das empresas por crédito iniciou o segundo semestre de 2011 em baixa. Entre as principais causas destacam-se o ciclo de alta da taxa básica de juros da economia, a Selic, bem como a restrição mais elevada ao crédito e as estimativas de diminuição da expansão do Produto Interno Bruto (PIB) para este ano – atualmente em 4,00% segundo projeções mais recentes do BC.

O arrefecimento da demanda por crédito em abril foi sentido com mais afinco nas micro e pequenas empresas, cuja baixa chegou a 5,6% nas duas bases de comparação (mensal e anual). Entre as médias empresas a taxa de um mês para o outro chegou a 2,2%, e entre as grandes de 4,1%.
5 de abr. de 2011
Financial Times ameaçou abandonar a venda de conteúdo digital para o tablet iPad por divergir da Apple quanto à forma de comercialização das assinaturas. Nesta segunda-feira, representantes do jornal – com sede no Reino Unido – disseram que a intenção da empresa é continuar vendendo assinaturas para sua versão digital para iPad diretamente aos leitores. A estratégia vai contra a orientação da Apple para que todo o relacionamento com os clientes seja feito através de sua loja de aplicativos, a App Store.
"Não queremos perder nosso relacionamento direto com os assinantes. Esse é o cerne de nosso modelo de negócios", disse Rob Grinshaw, diretor executivo do site FT.com, em entrevista à agência de notícias Reuters. Apesar de esperar um resultado positivo das negociações com a empresa de Steve Jobs, ele fez questão de lembrar que a distribuição do jornal pelo tablet não é a única opção disponível. "Se um canal não combina com o nosso modo de fazer negócios, existem muitos outros disponíveis para nós".


Após o lançamento do The Daily, o primeiro jornal exclusivo para tablets, a Apple decidiu lançar um novo modelo de regras para a assinatura de conteúdo digital – como jornais, revistas, filmes e músicas. O ponto principal do documento é a forma de divisão dos lucros entre o desenvolvedor, o dono do conteúdo, e o revendedor, no caso, a loja virtual da Apple, a App Store. “Nossa filosofia é simples. Quando a Apple traz um novo consumidor para o aplicativo, ficamos com 30% do valor. Se o desenvolvedor trouxer o cliente, ele fica com 100%”, disse Steve Jobs, CEO da empresa, em fevereiro de 2011. A companhia não proíbe a venda de assinaturas fora de seu ambiente virtual, mas incentiva “que os responsáveis pelas publicações façam ofertas iguais ou melhores dentro dos aplicativos". "Assim, os consumidores poderão fazer a assinatura com apenas um clique”, afirmou o executivo.
Além do controle sobre a divisão dos lucros, a venda de assinaturas de conteúdo digital via App Store dá à Apple acesso à base de dados dos assinantes, o que o Financial Times pretende proteger. O Financial Times atribui grande valor ao seu relacionamento direto com os clientes, o que permite a personalização de publicidade e produtos para sua audiência. Por esse motivo, a publicação vem resistindo aos esforços da Apple para canalizar o processo de assinatura via App Store. Hoje, o número de assinantes pagos de sua versão digital – incluindo iPad e sites – chega a 590.000, contra os 440.000 da versão em papel.
 

O pessoal da Financial Times esta com toda razão ate porque os administradores da Aplle estão fazendo algumas manobras e se esquivando para não dividir o lucro, criando estratégia paralela afim de se fortalecer.
Vale a pena ressaltar a importância do relacionamento com clientes e isso que esta pesando por que a empresa que oferece o conteúdo esta insatisfeita com o modelo de negocio apresentado e diluído pela Apple e notório que a insatisfação esteja dominando os executivo da empresa.
Fonte :Veja 
Considerações:Empresa S/A

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