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5 de abr. de 2011
Financial Times ameaçou abandonar a venda de conteúdo digital para o tablet iPad por divergir da Apple quanto à forma de comercialização das assinaturas. Nesta segunda-feira, representantes do jornal – com sede no Reino Unido – disseram que a intenção da empresa é continuar vendendo assinaturas para sua versão digital para iPad diretamente aos leitores. A estratégia vai contra a orientação da Apple para que todo o relacionamento com os clientes seja feito através de sua loja de aplicativos, a App Store.
"Não queremos perder nosso relacionamento direto com os assinantes. Esse é o cerne de nosso modelo de negócios", disse Rob Grinshaw, diretor executivo do site FT.com, em entrevista à agência de notícias Reuters. Apesar de esperar um resultado positivo das negociações com a empresa de Steve Jobs, ele fez questão de lembrar que a distribuição do jornal pelo tablet não é a única opção disponível. "Se um canal não combina com o nosso modo de fazer negócios, existem muitos outros disponíveis para nós".


Após o lançamento do The Daily, o primeiro jornal exclusivo para tablets, a Apple decidiu lançar um novo modelo de regras para a assinatura de conteúdo digital – como jornais, revistas, filmes e músicas. O ponto principal do documento é a forma de divisão dos lucros entre o desenvolvedor, o dono do conteúdo, e o revendedor, no caso, a loja virtual da Apple, a App Store. “Nossa filosofia é simples. Quando a Apple traz um novo consumidor para o aplicativo, ficamos com 30% do valor. Se o desenvolvedor trouxer o cliente, ele fica com 100%”, disse Steve Jobs, CEO da empresa, em fevereiro de 2011. A companhia não proíbe a venda de assinaturas fora de seu ambiente virtual, mas incentiva “que os responsáveis pelas publicações façam ofertas iguais ou melhores dentro dos aplicativos". "Assim, os consumidores poderão fazer a assinatura com apenas um clique”, afirmou o executivo.
Além do controle sobre a divisão dos lucros, a venda de assinaturas de conteúdo digital via App Store dá à Apple acesso à base de dados dos assinantes, o que o Financial Times pretende proteger. O Financial Times atribui grande valor ao seu relacionamento direto com os clientes, o que permite a personalização de publicidade e produtos para sua audiência. Por esse motivo, a publicação vem resistindo aos esforços da Apple para canalizar o processo de assinatura via App Store. Hoje, o número de assinantes pagos de sua versão digital – incluindo iPad e sites – chega a 590.000, contra os 440.000 da versão em papel.
 

O pessoal da Financial Times esta com toda razão ate porque os administradores da Aplle estão fazendo algumas manobras e se esquivando para não dividir o lucro, criando estratégia paralela afim de se fortalecer.
Vale a pena ressaltar a importância do relacionamento com clientes e isso que esta pesando por que a empresa que oferece o conteúdo esta insatisfeita com o modelo de negocio apresentado e diluído pela Apple e notório que a insatisfação esteja dominando os executivo da empresa.
Fonte :Veja 
Considerações:Empresa S/A
4 de abr. de 2011



Como sempre acontece os políticos sempre querem tirar uma casquinha , considerando essas medidas só serve para atrasar o desenvolvimento do pais tendo em vista o uso e abuso da lei para seu próprio proveito e realização pessoal,não exercendo a função que lhe foi dada de criar,julgar e executar leis que traga beneficio para  a sociedade.

A internet é único meio onde as pessoas compram com comodidade, e sem custo muito alto, as lojas virtuais investem nessa ferramenta afim de oferecer ao consumidor opções de produto relativamente acessíveis.Já que com essa medida os preços tendem a se igualar com aqueles vendidas em lojas físicas. Quais seriam as vantagens de vender pela internet ?

Será que vão cobrar o ICMS de pessoa Física Também ?
Não duvido nada, daqui uns dias acredito que sim, eles querem aumentar as suas fortunas.
Na verdade o que eles deveriam fazer é fiscalizar com intensidade as falsas empresas, e pessoas que utiliza informações de clientes,para fazer transações com cartões de credito, fazer clonagem com os dados dos clientes e etc... Mais isso não acontece e quando e constatado que uma desses crimes ocorreu pela internet, ai começa um jogo de empurra liderado pela burocracia e negligencia da falta de leis que não protege o consumidor
Por que não criar medidas que contenha a proliferação de crimes a partir da internet ?

3 de mar. de 2011
Agora vamos falar do Trade marketing outra ferramenta essencial para manter relacionamento com clientes e canais de vendas.
O trade marketing é uma parte importante na estratégia de marketing das organizações que planejam maximizar a diferenciação dos seus produtos e serviços nos pontos-de-venda. É, consequentemente, uma disciplina de marketing que orienta o desenvolvimento das relações entre fabricantes e canais de venda, pelo entendimento das necessidades entre marcas, pontos-de-venda e consumidores.


O trade marketing analisa os hábitos e preferências dos consumidores para o sucesso das estratégias de marketing e vendas. Define quais canais de mídias serão utilizados, que produtos desenvolvidos e que canais de comercialização para atender as preferências de consumo do público-alvo.
O processo contínuo de fragmentação dos canais de mídias, somado a uma maior especialização dos canais de venda, num contexto no qual o consumidor está cada vez mais difícil de ser conquistado, criou um cenário de competição acirrada no qual as empresas lutam ferozmente por participação de mercado. Nesse cenário, continua sendo fundamental desenvolver marcas fortes que estabeleçam condições de enfrentamento da concorrência, dos canais de venda pela sua comercialização e, o mais importante, o share de preferência dos seus consumidores-alvo.
O trade marketing estabelece ainda, a necessidade de se adaptar produtos, logística e estratégias de marketing, de modo a conquistar o consumidor nos pontos-de-venda, com um modelo de parceria entre os fabricantes e seus canais de vendas.
 

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