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15 de jun. de 2011

1) Que tipo de indício pode significar que a empresa necessita de inovação? Quais são os sinais a que o empreendedor deve estar alerta?
Todas as empresas precisam inovar. É difícil imaginar alguma empresa que não precisa estar sempre alerta quanto às oportunidades para inovar.

2) Depois de ter "a ideia inovadora", quais são as etapas para concretizá-la?
Há um ditado que se aplica muito bem a esta pergunta: “O inferno está cheio de boas ideias”. O que quero dizer com isso é que as idéias são apenas um pequeno pedaço do processo de inovação. A grande questão na inovação depois da boa idéia é a mobilização de recursos para concretizá-la. Há uma metodologia clássica chamada “stage-gates”, que nada mais é do que ter marcos bem claros que mostrem como uma ideia pode estar evoluindo, no sentido de se tornar efetivamente uma inovação. Nesses marcos, diferentes tipos de pessoas, perfis e especialistas são chamados para avaliar e, principalmente, apoiar o projeto de inovação. O inovador e empreender são pessoas especiais porque sabem que ao longo do processo de evolução da ideia para o projeto, muitos obstáculos são encontrados e que precisam ser vencidos com persistência.

3) Como incentivar uma cultura de inovação na sua empresa? Quais medidas o empreendedor pode tomar para fomentar uma postura aberta nos funcionários? E os funcionários, como devem dar o feedback em relação a essas medidas?
Criar uma cultura de inovação não é nada fácil. Primeiro porque uma cultura de inovação requer pessoas que genuinamente vibrem com as perspectivas de mudança, criação, autonomia e riscos. Muita gente diz que gosta deste tipo de ambiente, mas na prática isto não é verdade. Dito isto, criar uma cultura de inovação demanda uma liderança, principalmente do número 1 da empresa, que realmente apoia visivelmente e materialmente pessoas que arriscam, que propõe novas ideias, que testam novos conceitos e abordagens. A palavra iniciativa é outra que é muito importante. Muitos falam que as coisas precisam mudar, mas quem efetivamente leva a cabo as mudanças? Nesse sentido, a questão é reconhecer e recompensar aqueles que se envolvem nos projetos de inovação, sejam eles de sucesso ou não.

4) Que tipo de atitude barra a cultura de inovação?
Gente que se posiciona sempre como juiz, como avaliador e como dono da verdade.

5) Quais posturas por parte da empresa transparecem para o cliente uma postura inovadora? O que ela ganha com isso?
Uma empresa que inova está sempre trazendo novidades para seus clientes. Embora a maior parte das inovações sejam copiadas rapidamente, aqueles que constantemente saem na frente são mais lembrados como inovadores. Outra característica da empresa inovadora é a capacidade ouvir profundamente seus clientes. Isto é diferente de pesquisa de opinião. Ouvir o cliente no contexto de inovação é pensar juntos nas soluções e produtos.

6) Inovação necessariamente requer investimento?
Não necessariamente, pois pode envolver coisas tão simples como mudar o jeito de servir, de atender ao telefone ou manter o cliente bem informado. É verdade, no entanto, que inovações mais radicais, que mudam o modelo de negócio, tipicamente exigem investimentos.
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Não posso deixar um conteúdo dessa magnitude passar desapercebido, por isso resolvi pegar essa entrevista e lançar a vocês interessados em fomentar a ideal de que inovar e uma necessidade meramente competitiva, pois em plena globalização muitas empresas não tem visão inovadora.e acaba na míope organizacional e por conseqüência, menor lucratividade e produto ultrapassado.

21 de jan. de 2011
... O homem realizado não tem desejos de dentro, nem tem exigências de fora. Ele é prestativo em se dar e sincero em falar; Suave no conduzir; Poderoso no agir; Age com serenidade, por isto é incontaminável."
Tao Te King

Qual será o segredo do sucesso na gestão empresarial? O que fazer para manter uma equipe coesa e motivada para novas conquistas? Como construir um ambiente de trabalho acolhedor e produtivo?

Existem muitas etapas que precisam ser vencidas para que uma empresa possa triunfar nessa aldeia de competitividade global, onde o bom parece não ser mais tolerado, o ótimo é obrigação e o encantar, a maior cobiça. Mas, afinal de contas, diante destas necessidades, o que faz uma empresa ser grande? Sua estrutura física? O tamanho do investimento financeiro? O capital humano que ela possui? Encontrar respostas para essas e muitas outras perguntas é apenas o começo para as organizações cujo foco é prosperar.

“Os sonhos determinam o que você quer. A ação determina o que você conquista”.
Anônimo

O que podemos abstrair do cenário atual é que não basta atrair pessoas de talento. É preciso motivá-las, para que elas busquem os crescimentos profissional e pessoal. Se a empresa não dá bons exemplos, dificilmente alguém empunhará a bandeira em nome do investimento pessoal. O problema reside quando a organização não valoriza seus colaboradores (como, por exemplo, recursos insuficientes para treinamentos, a falta de incentivo à educação, formação ou informação), pois a mensagem subjacente será que preservar seu maior patrimônio, ou seja pessoas, não é relevante.

Portanto, o que esperar de uma instituição que não se importa com o que ela tem de melhor? Diante da ambigüidade da situação, nada de bom pode-se esperar, uma vez que a partir de então, o funcionário poderá pensar que zelar pela aparência do local de trabalho ou de sua aparência pessoal, da manutenção das instalações e dos equipamentos da empresa ou mesmo tratar bem os clientes, também, não importa muito.

“Ao optar por ser agradável e positivo no seu modo de tratar as pessoas, você está também, na maioria dos casos, escolhendo a maneira como será tratado por elas”.
Zig Ziglar

Ambiente assim precisa ser atenuado, pois é fértil para proliferação de chefes mandões, os quais acreditam que gerenciar é cobrar, dão bronca e chibatadas nos subordinados, como se a força dos músculos suplantasse o poder do cérebro. Como uma empresa pode prosperar quando seus colaboradores não são tratados com dignidade e respeito? Como você acha que um subordinado se sente quando é humilhado pelo chefe? O que esperar de um funcionário que chega tenso e desmotivado para trabalhar? Será que ele vai conseguir lidar bem com os clientes? Pode ser que, em algum dia no passado, a empresa pôde ignorar a qualidade do relacionamento de equipe, entretanto não creio ser o caso das organizações atuais, cujo objetivo é o sucesso.

Aliás, cabe enfatizar que as empresas atuantes no varejo devem ter maior preocupação com a qualidade da gestão de pessoas. Isto porque é a primeira vez na história que temos o varejo como principal elo da cadeia de consumo. Aprendemos, durante todo o século passado, que a indústria é quem dava as cartas no que se refere aos grandes volumes de faturamento, grandes ofertas de emprego, ótimos e inovadores produtos. Ou seja, parecia não precisar de nenhum esforço de vendas para chegar aos consumidores.

“Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível e de repente você estará fazendo o impossível”.
Francisco de Assis

Só que agora a banda, aparentemente, toca de forma diferente. Estamos vivenciando o momento do varejo, época de concorrência acirrada em todos os setores. Os métodos de produção enxuta já não são mais segredos, os preços dos produtos são similares, a qualidade dos bens está nivelado e o pós-venda já não é mais considerado diferencial competitivo.

É neste cenário inédito que as empresas do varejo parecem ditar as normas. O Walt Mart, por exemplo, contabiliza faturamento maior do que qualquer indústria, superior, inclusive, ao PIB de muitos países, como o do Brasil. Organizações como o Walt Mart podem determinar o que querem produzir, a que preço e onde seus pedidos devem ser entregues. Elas têm o mundo aos seus pés, pronto a atendê-las. A verdade é que o varejo nunca foi tão imponente no mundo dos negócios quanto tem sido nesta década.

Mas, afinal de contas, o que empresas como o Walt Mart estão fazendo para contabilizar tanto sucesso? Certamente, não foi uma única ação que as levaram ao atual patamar de realização. Contudo, parece que o desafio de interagir com pessoas, de forma pragmática, não tem sido um problema para elas, não é mesmo? Talvez aí esteja o verdadeiro diferencial competitivo das organizações vencedoras, as quais conseguem encantar os clientes e elevar a força de vendas a patamares que as blindam de concorrentes menos atentos.

Fonte :
4 de nov. de 2010
Analise e planejamento Financeiro toda empresa precisa ter essa Ferramenta que possibilita  analisar a Viabilidade de investimento , Cantas a Pagar a Receber, Honorários, Custos Fixos Custos, Custos Variável, Rentabilidade
Lucratividade,Lucros, margem de contribuição, Ponto de equilibro, Prazo Retorno de Investimento Tudo isso e um Grande Diferencial nas empresas , dizemos que se  empresa administra  bem o seu capital seus Bens aliando aos outras Ferramentas Gerenciais chegara sucesso a Curto, Médio, Longo Prazo,

Podemos considerar que a empresa não só Sobrevive de analise e planejamento Financeiro a escolha do local também e importante se a mesma e bem Localizada  se dispõem de Diferencial competitivo, as melhores empresas para se trabalhar são escolhida não pelo seu faturamento exorbitante, nem por que ela ganhou 40% 50% de mercado mas por que ela valoriza as pessoas deste a pequena media e grande empresa os empresários e Executivos, sócios tem se voltado para essa questão valorização do material humano estimular liderança, motivá-los, capacitá-los incentivá-los comprometida  tornar o funcionários Felizes é  um ótimo clima organizacional, respeitando valores, culturas , disseminando harmonia respeito e competitividade,

Por isso percebemos que uma decisão estratégica desse porte deve ser considerada, como uma decisão inteligente onde o retorno e inevitável contudo para que essa idéia de certo a Empresa tem que provocar interdependência em todos os departamentos não deixando ninguém de fora..

Logo mas vamos Postar alguns Gráficos de Analise e Planejamento Financeiro..
                                                Aguarde!"
19 de out. de 2010
Essas empresas citadas abaixo, não tiveram sucesso por acaso elas utilizam ferramentas indispensáveis de Gestão para cumprir as etapas ou alcançar  o resultados esperados.Quando se fala de empresa falamos de pessoas, quando falamos de pessoas, a um cuidado maior por que, somos mutável inconsistente temos emoções, sentimento, relação social, família com modelo de pensamentos diferentes , cultura diferente, religião oposta as coisas que muitas empresas pregam, conflitos internos e externo.neste caso entra uma Ferramenta importantíssima para monitorar e amenizar as variareis que estão ocorrendo em nosso redor, administrar conflitos,toda via essa iniciativa e um grande diferencial.competitivo nas organizações que tem visão de crescimento.O endomarketing
Um elo entre essa  duas estratégia uma cuidar da gestão de RH, e outra  e de  extrai  o melhor do funcionário tendo uma visão globalizada do processo
..segue imagens referente ao nosso tema














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