7 de fev. de 2011

 E compreensível o motivo da queda da demanda atual,visto que a confiança do consumidor tem decaído  devido a vários fatores , e  a  qualidade  dos serviços tem frustrado o gosto do mesmo,superar as necessidades se tornou um objetivo intrínseco para as organizações ainda não consigo entender o por que de muitas empresa não  ter a visão do cliente,se o mesmo estão mais seletivo,fazem pesquisa para adquirir   bem ou serviços,levanta dados da empresa busca informações,para se manter informado sobre tudo que ela faz de venda, pós venda,os canais disponíveis entretanto como ainda existe indicadores que  afirma o descontentamento do consumidor.A afirmativa  deveria ser diferente ? como :Cliente compra mais por estar mais satisfeito com serviços. Sei que a missão de satisfazer não e muito simples e que muitas das vezes requer um pouco de investimento,mas sobre tudo antes de mais nada e preciso abrir os olhos para a visão do cliente porque ele que compra o produto ou serviços que oferecemos para o mercado.
Alguns indicadores apontam a queda de :Houve queda no mês de janeiro de 3% em janeiro, na comparação com dezembro, passando de 132,2 para 128,2 pontos..e o nível de demanda atual estar entre 14,6% e no ano passado 19,5% queda expressiva não ?
..e bom frizar que  a qualidade e satisfação do cliente e tudo para manter ela viva..
4 de fev. de 2011



O Banco terá de enviar de enviar obrigatoriamente  o balanço do terceiro trimestre de 2010  desde que descoberta do rombo nas contas de aproximado R$ 2,5 Bilhões,mas a instituição na pode ficar sem,da satisfação aos os órgãos competentes o ate porque o atraso e muito grande e ontem dia 03-02-2011 o pan-americano já enviou um oficio a Comissão de valores mobiliários (CVM) ..Contudo a Rumores,que o rombo poderia passar dos 2,5 Bi para 3,8 Bilhões, e o bilionários silvos santos se viu na obrigação de vender o controle do pan par outro banco BTG..na verdade a única saída plausível  que silvos santos encontrou foi essa.
Eu tenho uma critica segundo informações o rombo do capital do banco não e de agora,mas como que pode haver tanto desfalque no capital ativo da empresa e ninguém perceberem,será que tinha muita gente envolvida ? por que a empresa não contratou serviço de consultoria ? para averiguar se estava ocorrendo tudo bem ?
E resumo tudo isso em Negligencia , ou falta de noções do que é uma empresa como ela funciona ...
Abraços Da empresa S/A
A atividade varejista abriu o ano de 2011 em desaceleração após um final de ano vigoroso, divulgou nesta quinta-feira (3) a Serasa Experian. O movimento dos consumidores nas lojas brasileiras cresceu 9,8% em janeiro de 2011 em relação ao mesmo mês de 2010, resultado abaixo dos 11,2% verificados em novembro de 2010 e dos 12,8% de dezembro, sempre na comparação anual. Os dados são do Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio.

A alta em janeiro foi liderada pela expansão de 15% do segmento de material de construção. Em seguida vieram as lojas de móveis, eletroeletrônicos e informática, com expansão de 10,4%.

O único segmento que registrou variação anual negativa em janeiro foi o de tecidos, vestuário, calçados e acessórios, de 1,4%. As fortes chuvas ocorridas na região Sudeste podem ter atrapalhado as vendas da moda verão durante o mês passado.  

Com ajustes sazonais, a atividade do comércio caiu 2,7% em janeiro de 2011 em relação a dezembro de 2010. A queda foi liderada pelos recuos de 1,9% no segmento de tecidos, vestuário, calçados e acessórios e de 1,3% no segmento de móveis, eletroeletrônicos e informática. Também contribui para o movimento negativo em janeiro a queda de 0,6% do setor de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas durante o mês passado.
Restrição ao crédito
De acordo com os economistas da Serasa, a adoção das medidas macroprudenciais de restrição ao crédito e o início do processo de aumento da taxa básica de juros (taxa Selic) deverão fazer com que, em 2011, o varejo exiba crescimento positivo em sua atividade, porém em taxas mais moderadas do que as verificadas ao longo de 2010.


Alem dos fatores naturais que promoveram quedas significativas nas vendas,podemos destacar que o brasileiro esta mais consciente na hora de adquirir um bem ou serviço,estamos mais informados e bem orientados afirma o diretor de marketing da jetro,empresa de filmagem,contudo muitas pessoas estão abrindo Mão de um bem para comprar ao de maior necessidade,restrição ao credito sempre foi um empecilho para comprar..como podermos observar alguns setores obteve uma queda significativa,mas todos os fatores macro e micro ambiental e econômico são decisivos para a queda..
3 de fev. de 2011

O Santander Brasil divulgou nesta quinta-feira (3) que teve lucro líquido de R$ 1,918 bilhão no quarto trimestre de 2010. Na comparação com o terceiro trimestre, houve ligeiro recuo de 0,9% no resultado.
No acumulado de 2010, o banco teve lucro líquido de R$ 7,382 bilhões pelo critério das novas normas contábeis IFRS, 34% acima dos R$ 5,508 bilhões de 2009.
A carteira de crédito fechou dezembro em R$ 160,56 bilhões, crescimento de 16% sobre 2009. Enquanto isso, as despesas com provisão para crédito de liquidação duvidosa caíram 17,7% no quarto trimestre em comparação com um ano antes, para R$ 1,768 bilhão. Houve queda também na comparação com o terceiro trimestre, quando a provisão foi de R$ 1,81 bilhão.
"O crescimento do endividamento das famílias não tem alterado de forma importante o comprometimento de renda mensal com pagamento de amortizações e juros em função da concomitante elevação dos rendimentos, do alargamento dos prazos e da queda das taxas de juros cobradas do tomador final. Com isso a inadimplência se mantém em queda", afirma o Santander no balanço.
Com isso, o índice de inadimplência relativo a empréstimos vencidos a mais de 90 dias medido pelo IFRS foi de 5,8% no trimestre passado, contra 6,1% de julho a setembro e 7,2% na comparação com os últimos três meses de 2009.
Grupo Santander  
O banco espanhol Santander anunciou nesta quinta-feira (3) queda de 8,5% no lucro líquido de 2010, para 8,181 bilhões de euros, afetado por maiores provisões relacionadas à deterioração de ativos imobiliários.
O resultado ficou levemente acima das previsões de analistas, que esperam em média ganho líquido de 8,113 bilhões de euros.
A América Latina foi responsável por 43% do total, ou seja, 4,804 bilhões de euros (US$ 6,6 bilhões). O resultado foi 25% maior que o de 2009, enquanto o crédito aumentou 30% e os depósitos, 28%, em euros.

Apesar de os indicadores não afirmarem que o aumento ,razoável do lucro liquido do Santander ser explicitamente depois da compra do banco real,e notável que o investimento feito ,gerou lucro significativo ate porque a sua carteira de clientes tem aumentado,contudo eu presencie alguma entrevista do presidente e algumas coisas me chamou atenção,como o foco e a cultura do banco antigo seria mantida pela a identidade que o cliente criou do banco real,essa e uma visão íngreme do ponto de vista visionário,e ele ainda afirmou que não veio destruir mas sim juntar as forças..
Boa essa idéia



A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou nesta quinta-feira (3) pesquisa que revela que 28% das empresas brasileiras competem com companhias da China no mercado interno e, destas, 45% perderam participação na concorrência.
De acordo com a entidade, a presença da China no mercado doméstico é mais intensa em alguns setores industriais (pelo menos metade das empresas pesquisadas assinalou que concorre com produtos da China). São eles: material eletrônico e de comunicação; têxteis; equipamentos hospitalares e de precisão; calçados; máquinas e equipamentos.
A pesquisa da CNI foi feita com 1529 empresas do país, sendo 904 pequenas, 424 médias e 201 grandes companhias, entre 4 e 19 de outubro do ano passado.
Competição no mercado externo
Ao mesmo tempo, segundo o levantamento, 52% das empresas exportadoras do Brasil competem com produtos chineses no exterior. Destas empresas, 67% perderam clientes para companhias do país asiático. "A competição com produtos chineses é ainda mais acirrada no mercado internacional do que no doméstico", avaliou a CNI.
Assim como no mercado interno, as grandes empresas exportadoras, segundo a CNI, estão mais expostas à concorrência com produtos chineses do que as médias e pequenas. "A perda de mercado no exterior para produtos chineses é significativa para produtos têxteis, máquinas e equipamentos e produtos de metal", informou a entidade.
Reclamações
A reclamação histórica das empresas brasileiras é que o país asiático possui melhores condições de competitividade, pois seu câmbio é sobrevalorizado artificialmente - o que permite que as exportações do país asiático sejam mais baratas. Ao mesmo tempo, o custo de contratação na China é mais barato, pois os trabalhadores não têm os mesmos direitos trabalhistas que possuem no Brasil.
"Obviamente, o processo de valorização do câmbio [subida do real] faz com que o produto importado fique mais barato. Do lado chinês, o câmbio atrelado ao dólar, em um processo mundial de desvalorização da moeda norte-americana, a moeda da China [yuan] termina se desvalorizando em relação a moeda brasileira", disse economista da CNI, Flavio Castelo Branco.
Segundo ele, há outros fatores que pesam na competição. "Têm os custos de produção. É um dos elementos que diferenciam a China. O custo da mão de obra é mais barato na china, pois os salários e encargos são menores. O custo de capital é muito mais favorável nos asiáticos, pois as taxas de juros são mais baixas. E a eficiência da infraestrutura é maior do que a nossa. Por isso, os custos de transporte são menores", avaliou ele.
Enfrentando a concorrência
De acordo com o documento da entidade, metade das empresas industriais brasileiras já definiu uma estratégia para enfrentar a competição com os produtos chineses.
"A questão vem ganhando bastante importância para a indústria brasileira: o percentual é bem superior ao registrado na pesquisa de 2006, de apenas 29% [com estratégia para combater a concorrência chinesa]", informou a CNI.
Entre as medidas para enfrentar a concorrência de empresas chinesas, está o investimento em qualidade e "design" dos produtos (assinalado por 48% das empresas pesquisadas), e redução de custo, ou ganhos de produtividade (45%).
Importação de insumos e atuação na China
Dados da CNI mostram, porém, que empresas brasileiras também atuam com a China, quer seja importando matéria-prima (item assinalado por 21% dos entrevistados) ou com fábricas abertas no país asiático (opção marcada por 10% das empresas pesquisadas).
"Uma em cada cinco empresas importa insumos da China. Cerca de 34% das grandes empresas importam da China [quase o dobro de 2006]. Praticamente um terço das empresas que importam da China pretende intensificar importação nos próximos meses", informou a CNI.
De acordo com a entidade, algumas empresas, sobretudo as grandes, mostram disposição de transferir ao menos parte de sua produção para a China, "possivelmente como resposta à concorrência com empresas chinesas pelos mercados doméstico e internacional".

Fonte Globo Noticias


Diante de um mercado competitivo é  muito importante expor para o cliente o diferencial que o produto oferece pois através dele o cliente pode optar pela compra de seu produto ou  não.Portanto no quesito custo de produção, tecnologia, design , inovação é  notável que perdemos pra países da Ásia ate porque eles investem muito,contudo o brasileiro e muito criativo,sabe enfrentar conflitos,e sabe se tornar competitivo, mediante esse cenário de um mercado bastante acirrado, podemos usar ao nosso favor as fraquezas de produtos produzidos pelos chineses  todos sabem que  tem pouca durabilidade,procedência duvidosa, um pós venda debilitado,ou seja a rejeição  do consumidor por esses  produto é  muito grande embora a china tenha se fortalecido e esforçado para que essa imagem seja  dizimada,  as empresas brasileira podem  utilizar essas informações  para criar valor competitivo usando a  ética, respeito e responsabilidade não expondo ao publico mas fazendo com que os consumidores percebam a importância dos benefícios do produto alem do preço e Design...
Não estou aqui fazendo um discurso patriota mas sim defendendo uma competição saudável e  mas transparente por que a competição estimula o aperfeiçoamento..a excelência ...obrigados a todos os leitores do Blog mais inteligente da internet Brasileira..
 Fonte :Empresas S/A
1 de fev. de 2011
Eles são jovens, divertem-se no trabalho e têm planos ambiciosos. As premiadas estratégias de marketing dos guerrilheiros loucos da Birutas Mídias Mirabolantes fizeram da empresa um modelo de empreendedorismo



exemplo de pessoas que acreditaram e fizeram de uma simples idéia e um potencial e diferencial de mercado,eles são Jovens empreendedores
Não há uma única grande empresa atualmente que não coloque o desenvolvimento de líderes em sua lista de prioridades. A prática, no entanto, muitas vezes destoa do discurso corporativo. Quem, de fato, está sabendo formar novos líderes? A consultoria Hay Group foi atrás da resposta e produziu um ranking com as 20 melhores companhias em liderança. Encabeçando a lista, está a General Electric (GE), seguida por Procter & Gamble (P&G), Intel, Siemens e Santander. Confira o Top 20:



A avaliação da consultoria, feita anualmente, traz novidades neste ano. Duas empresas europeias, Siemens e Santander, estreiam já dentro do Top 5. Ainda do continente europeu há a chegada da BASF. Além delas, Microsoft, FedEx, Pepsico e Pfizer também foram incluídas na lista. Por outro lado, Infosys, Ikea, Zappos, UPS e General Mills deixaram o ranking.


 A pesquisa também elenca as 10 melhores empresas em cada região do mundo. No caso da América Latina, há a presença de apenas uma empresa brasileira, a Votorantim, em 9° lugar. Em primeiro está a Uniliver. Na sequência, aparecem  LAN, 3M, GE, Cemex, IBM, Telefónica, Empresas Polar. Na última colocação, fica o Santander.
Para fazer o levantamento, o Hay Group entrevistou 3.769 profissionais e 1.827 companhias. Em todas as empresas presentes no Top 20, 100% dos funcionários disseram que a organização “dá a todos, em todos os níveis, a chance de desenvolver e praticar liderança”, enquanto nas demais estudadas o percentual cai a 69,2%.
Nas companhias campeãs, 100% dizem que “espera-se que os profissionais liderem independentemente da posição hierárquica que ocupem”. Nas demais, somente 59% adotam esse procedimento.



 Sem sombra de duvidas as melhores empresas pra se trabalhar  esta onde a filosofia e valorizar as pessoas por que sem pessoas capacitadas e gabaritadas motivadas a Empresa   não produz um bom produto,não faz uma boa administração cria conflitos,expedi Ca material,não supre com eficiência suas funções,não dissimulam valores,tem visão míope planta a semente da discórdia.e não e responsáveis.por isso que essa ligação empresa cliente interno deve estar em perfeita sintonia para que os objetivos a curto,médio e longo prazo sejam alcançado,valorizar pessoas se tornou essencial é indispensável investir em educação,em cursos,da treinamentos,arcar com despesas de faculdade tem muita importância .Fazendo isso o funcionário por si só vai gerar resultados extra-ordinários,e  a empresa só tem a ganhar,por isso Faço um apelo a você empresário que ainda não transformou essa estratégia em uma realidade para sua organização ,percebam o quanto e importante quebrar esses paradigmas do conservadorismo,vale a pena lembrar que os nossos comportamentos são mutáveis e existe uma nova exigência a cada dia..pense nisso.




 




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