18 de abr. de 2011
O diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Bernardo Figueiredo, afirmou nesta segunda-feira (18) que acredita que o leilão do trem-bala, marcado para 29 de julho, reunirá pelo menos três consórcios. “Não me estranharia se tivesse um, mas acho que temos condições de ter pelo menos três”, disse, destacando que um único participante é o necessário para aprovar o início das obras. “Eu preciso de um. Eu não posso é ter menos de um“, disse.
Segundo ele, pelo menos cinco empresas internacionais já demonstraram interesse em participar do projeto. “Esse projeto é estratégico porque a tecnologia que ganhar a licitação é a que o Brasil vai adotar em todos os outros projetos”, declarou.
"Nós temos tecnologia alemã, francesa, japonesa, coreana e a espanhola. Essas cinco querem participar, estão discutindo, estão fazendo propostas e estão negociando. Poderíamos ter 5 [consórcios], mas para ter 5 precisaríamos ter no brasil cinco grupos na área de construção, o que não temos, podemos ter dois, três, no máximo", detalhou.
confira na integra
Fonte :G1
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O diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Bernardo Figueiredo, afirmou nesta segunda-feira (18) que acredita que o leilão do trem-bala, marcado para 29 de julho, reunirá pelo menos três consórcios. “Não me estranharia se tivesse um, mas acho que temos condições de ter pelo menos três”, disse, destacando que um único participante é o necessário para aprovar o início das obras. “Eu preciso de um. Eu não posso é ter menos de um“, disse.
Segundo ele, pelo menos cinco empresas internacionais já demonstraram interesse em participar do projeto. “Esse projeto é estratégico porque a tecnologia que ganhar a licitação é a que o Brasil vai adotar em todos os outros projetos”, declarou.
"Nós temos tecnologia alemã, francesa, japonesa, coreana e a espanhola. Essas cinco querem participar, estão discutindo, estão fazendo propostas e estão negociando. Poderíamos ter 5 [consórcios], mas para ter 5 precisaríamos ter no brasil cinco grupos na área de construção, o que não temos, podemos ter dois, três, no máximo", detalhou.
confira na integra
Fonte :G1
15 de abr. de 2011
Com a Sinopec, a Petrobras firmou Acordo de Cooperação Tecnológica para troca de conhecimento nas áreas de geofísica, geologia e engenharia de reservatórios de petróleo.
Com a Sinochem, foi firmado Memorando de Entendimentos para Cooperação Estratégica com o objetivo de identificar e viabilizar oportunidades de negócios nas áreas de produção e exploração, comercialização de petróleo e recuperação de campos maduros.
Os acordos fizeram parte da agenda de negócios estabelecida durante visita oficial da presidente Dilma Rousseff à China, divulgou a Petrobras.
Na sede da Sinopec, Gabrielli e comitiva foram recebidos pelo presidente da empresa, Fu Chengyu, para reunião. As empresas manifestaram disposição em buscar oportunidades de negócios em várias áreas, ampliando as relações comerciais já existentes entre as duas empresas.
O presidente Gabrielli destacou a importância de empresas chinesas se estabelecerem no Brasil. O presidente da Sinopec falou do interesse de sua companhia em parcerias na área de exploração e produção, de acordo com comunicado divulgado nesta sexta pela Petrobras.
Fonte :g1.globo
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O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, assinou nesta sexta-feira (15), na China, dois acordos com as empresas chinesas China Petrochemical Corporation (Sinopec) e Sinochem Corporation (Sinochem).
Com a Sinochem, foi firmado Memorando de Entendimentos para Cooperação Estratégica com o objetivo de identificar e viabilizar oportunidades de negócios nas áreas de produção e exploração, comercialização de petróleo e recuperação de campos maduros.
Os acordos fizeram parte da agenda de negócios estabelecida durante visita oficial da presidente Dilma Rousseff à China, divulgou a Petrobras.
Na sede da Sinopec, Gabrielli e comitiva foram recebidos pelo presidente da empresa, Fu Chengyu, para reunião. As empresas manifestaram disposição em buscar oportunidades de negócios em várias áreas, ampliando as relações comerciais já existentes entre as duas empresas.
O presidente Gabrielli destacou a importância de empresas chinesas se estabelecerem no Brasil. O presidente da Sinopec falou do interesse de sua companhia em parcerias na área de exploração e produção, de acordo com comunicado divulgado nesta sexta pela Petrobras.
Fonte :g1.globo
14 de abr. de 2011
Mas, afinal, o que funciona para a classe C? Na hora de comprar, há características que não mudam. A principal é a preferência por produtos reconhecidos como de qualidade. Cada vez mais, o cliente da baixa renda é fiel a marcas que transmitam segurança, para não correr o risco de investir o orçamento apertado de forma errada. Para os emergentes, no entanto, consumir vai além. É sentir-se incluído, ter a chance de esquecer o passado de pobreza e vislumbrar um futuro promissor.
“Quando compra um computador, o consumidor emergente está dando para o filho a chance de ter uma vida melhor. Para a mulher, o investimento em produtos de beleza aumenta a possibilidade de dar certo no mercado profissional. Os momentos de consumo são momentos de celebração”, explica Renato Meirelles, sócio-diretor do instituto de pesquisas Data Popular.
Compras compartilhadas
Conquistar este cliente não é fácil. É necessário entrar no universo da baixa renda, entender seus valores e falar sua língua. Há particularidades da base da pirâmide que as companhias precisam aprender para desenvolver sua estratégia de forma adequada. Uma delas é o hábito de compra compartilhada. Mais do que qualquer outro consumidor, o emergente costuma se juntar a parentes e amigos para conseguir preços mais baixos, seja no supermercado atacadista ou na loja de material escolar.
De acordo com um levantamento do Data Popular, 39% dos entrevistados das classes C e D participaram de alguma compra compartilhada no período de um mês, enquanto na AB o número cai para 10%. O resultado representa uma chance para os sites de compra coletiva que desejam atrair estes consumidores, cada vez mais conectados.
Outra característica presente no comportamento de compra da base da pirâmide é a propensão a contratos informais. Ainda de acordo com a pesquisa, 47% dos consumidores das classes C e D emprestaram o cartão de crédito para amigos ou parentes. Na classe AB, esse número cai para apenas 3%. Já o hábito de comprar fiado é comum para 72% das classes C e D, contra 6% da AB.
Fonte: exame.abril
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Muito se fala sobre o consumidor emergente, mas poucas empresas conseguiram entender os seus valores, desejos e necessidades. A baixa renda não compra mais apenas o que é necessário, mas também mostra interesse em adquirir produtos e serviços aspiracionais. O que antes era um sonho distante passou a ser visto como uma meta ao alcance de todos e, por isso, o esforço para obter o desejado é maior. Esta é a oportunidade para as empresas que souberem direcionar seu foco para este público.
“Quando compra um computador, o consumidor emergente está dando para o filho a chance de ter uma vida melhor. Para a mulher, o investimento em produtos de beleza aumenta a possibilidade de dar certo no mercado profissional. Os momentos de consumo são momentos de celebração”, explica Renato Meirelles, sócio-diretor do instituto de pesquisas Data Popular.
Compras compartilhadas
Conquistar este cliente não é fácil. É necessário entrar no universo da baixa renda, entender seus valores e falar sua língua. Há particularidades da base da pirâmide que as companhias precisam aprender para desenvolver sua estratégia de forma adequada. Uma delas é o hábito de compra compartilhada. Mais do que qualquer outro consumidor, o emergente costuma se juntar a parentes e amigos para conseguir preços mais baixos, seja no supermercado atacadista ou na loja de material escolar.
De acordo com um levantamento do Data Popular, 39% dos entrevistados das classes C e D participaram de alguma compra compartilhada no período de um mês, enquanto na AB o número cai para 10%. O resultado representa uma chance para os sites de compra coletiva que desejam atrair estes consumidores, cada vez mais conectados.
Outra característica presente no comportamento de compra da base da pirâmide é a propensão a contratos informais. Ainda de acordo com a pesquisa, 47% dos consumidores das classes C e D emprestaram o cartão de crédito para amigos ou parentes. Na classe AB, esse número cai para apenas 3%. Já o hábito de comprar fiado é comum para 72% das classes C e D, contra 6% da AB.
Fonte: exame.abril
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O ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves, defendeu nesta quinta-feira (14) a substituição do fator previdenciário por uma outra forma de cálculo para a concessão de aposentadorias. Segundo ele, não há no governo uma definição sobre mudanças no fator previdenciário.
“O governo ainda não tem uma conclusão, um projeto que leve a essa alternativa tendo em vista que o fator previdenciário representa um ganho de R$ 10 bilhões. Eu acredito que exista alternativa que poupe mais o previdenciário desse sacrifício, que represente o fator, que além do mais, não é muito transparente”, disse.
Para o ministro, o fator previdenciário "não pode ser substituído simplesmente". Segundo ele, é preciso "achar uma alternativa melhor.
Expansão
Garibaldi Alves afirmou que o plano de expansão de agências da Previdência não deve ser prejudicado pelos cortes no orçamento. "Estamos procurando encontrar para a Previdência uma situação que nos poupe de um corte mais severo em relação ao plano de expansão [de agências]", disse.
"Houve um corte geral nos nossos recursos e precisamos fazer com que o corte atinja mais [despesas de] custeio do que o investimento, mesmo sabendo que para montar as agências, equipá-las, você tem que recorrer ao custeio. Eu diria que a Previdência vai ser poupada e eu acredito na sensibilidade da presidente Dilma Rousseff", afirmou.
"Acredito também que a Previdência, como fator de grande inclusão social, não deixará de ter essas novas agências", disse. De acordo com o minstro, a meta do governo é construir 720 novas agências. "Pretendemos chegar a 720 novas agências. Vamos fazer todos os esforços para chegar a essa meta ambiciosa".
O ministro falou ainda sobre a formalização de mais de um milhão de empreendedores individuais no Brasil. Segundo ele, o governo tem como meta formalizar mais 500 mil empreendedores individuais. Garibaldi disse que o governo vai continuar a divulgar para os trabalhadores as vantagens de integrar o mercado formal.
Fonte : g1.globo
“O governo ainda não tem uma conclusão, um projeto que leve a essa alternativa tendo em vista que o fator previdenciário representa um ganho de R$ 10 bilhões. Eu acredito que exista alternativa que poupe mais o previdenciário desse sacrifício, que represente o fator, que além do mais, não é muito transparente”, disse.
Para o ministro, o fator previdenciário "não pode ser substituído simplesmente". Segundo ele, é preciso "achar uma alternativa melhor.
O fator previdenciário reduz o valor do benefício de quem se aposenta por tempo de contribuição antes de atingir 65 anos, no caso de homens, ou 60, no caso das mulheres. O tempo mínimo de contribuição para aposentadoria é de 35 anos para homens e 30 para mulheres. Segundo Garibaldi, o fator é visto como “maldito” pela maioria dos aposentados.
Garibaldi Alves afirmou que o plano de expansão de agências da Previdência não deve ser prejudicado pelos cortes no orçamento. "Estamos procurando encontrar para a Previdência uma situação que nos poupe de um corte mais severo em relação ao plano de expansão [de agências]", disse.
"Houve um corte geral nos nossos recursos e precisamos fazer com que o corte atinja mais [despesas de] custeio do que o investimento, mesmo sabendo que para montar as agências, equipá-las, você tem que recorrer ao custeio. Eu diria que a Previdência vai ser poupada e eu acredito na sensibilidade da presidente Dilma Rousseff", afirmou.
"Acredito também que a Previdência, como fator de grande inclusão social, não deixará de ter essas novas agências", disse. De acordo com o minstro, a meta do governo é construir 720 novas agências. "Pretendemos chegar a 720 novas agências. Vamos fazer todos os esforços para chegar a essa meta ambiciosa".
O ministro falou ainda sobre a formalização de mais de um milhão de empreendedores individuais no Brasil. Segundo ele, o governo tem como meta formalizar mais 500 mil empreendedores individuais. Garibaldi disse que o governo vai continuar a divulgar para os trabalhadores as vantagens de integrar o mercado formal.
Fonte : g1.globo
11 de abr. de 2011
“Sou empresário do ramo da gastronomia desde 1997. Hoje sou dono do Bar Coronel Mostarda, um dos mais tradicionais de Campinas. Nunca pensei em investir no ramo de pilhas, até que um amigo veio com a ideia e me convidou para ser sócio. Só topei após encomendar uma pesquisa da Nielsen e verificar que havia espaço no mercado para um produto de qualidade a preço acessível. O investimento inicial foi de R$ 400 mil. Não tenho como concorrer com as multinacionais em termos de marketing. Por isso, temos uma estrutura superenxuta, com dez funcionários diretos e 35 representantes. A marca é nossa, mas as pilhas vêm da China. Assim, levamos ao consumidor um produto de durabilidade semelhante aos líderes de mercado com um preço entre 30% e 50% inferior. Resolvemos entrar primeiro no mercado nordestino, que cresce muito e tem menos concorrentes. A experiência deu certo e hoje já estamos em 11 estados, incluindo São Paulo e toda a região Sul. Fechamos 2010 com mais de 2,5 milhões de unidades importadas e R$ 2,5 milhões de faturamento. Em 2011, a meta é vender 25% a mais. O setor de pilhas fatura R$ 1 bilhão por ano no Brasil. Meu objetivo é conquistar, no longo prazo, 3% a 5% desse bolo. Certamente valeu muito a pena investir em um mercado que era desconhecido para mim.”
Fonte :revistapegn
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“Sou empresário do ramo da gastronomia desde 1997. Hoje sou dono do Bar Coronel Mostarda, um dos mais tradicionais de Campinas. Nunca pensei em investir no ramo de pilhas, até que um amigo veio com a ideia e me convidou para ser sócio. Só topei após encomendar uma pesquisa da Nielsen e verificar que havia espaço no mercado para um produto de qualidade a preço acessível. O investimento inicial foi de R$ 400 mil. Não tenho como concorrer com as multinacionais em termos de marketing. Por isso, temos uma estrutura superenxuta, com dez funcionários diretos e 35 representantes. A marca é nossa, mas as pilhas vêm da China. Assim, levamos ao consumidor um produto de durabilidade semelhante aos líderes de mercado com um preço entre 30% e 50% inferior. Resolvemos entrar primeiro no mercado nordestino, que cresce muito e tem menos concorrentes. A experiência deu certo e hoje já estamos em 11 estados, incluindo São Paulo e toda a região Sul. Fechamos 2010 com mais de 2,5 milhões de unidades importadas e R$ 2,5 milhões de faturamento. Em 2011, a meta é vender 25% a mais. O setor de pilhas fatura R$ 1 bilhão por ano no Brasil. Meu objetivo é conquistar, no longo prazo, 3% a 5% desse bolo. Certamente valeu muito a pena investir em um mercado que era desconhecido para mim.”
Fonte :revistapegn
8 de abr. de 2011
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A princípio, o ministro informara que o IOF seria de 1,5% ao mês. Em seguida, ele corrigiu a informação e afirmou que a elevação seria de 1,5 ponto percentual, levando a taxa para 3%. Mais tarde, o Ministério da Fazenda corrigiu a informação e afirmou que a taxa é anual, e não mensal. No começo da noite, o Ministério também informou que, diferentemente do que havia dito o ministro Mantega, os financiamentos imobiliários não serão afetados por esta medida.
O objetivo da alta do IOF, segundo Mantega, é “moderar o consumo” e conter a alta da inflação, que chegou a 6,3% no acumulado em 12 meses até março e já ameaça ultrapassar a meta do governo. "Essa medida vai nos ajudar a levar a inflação para um patamar mais adequado", afirmou.
O ministro negou, no entanto, que a inflação esteja fora de controle: “a inflação não está fora de controle. Esperamos que este ano ela feche acima do centro da meta (de 4,5%), mas abaixo do resultado do ano passado”. Segundo ele, a estimativa do Banco Central para este ano é de uma inflação de 5,6%.
A expectativa do ministro é que, nos próximos dois meses, a inflação já esteja se aproximando de um patamar mais adequado. "Se for necessário, novas medidas serão tomadas", disse Mantega sem, no entanto, adiantar quais seriam essas medidas.
Ele reforçou apenas que o Ministério da Fazenda está "sintonizado" com o BC e que ambos trabalham juntos para controlar a inflação. "O Banco Central tem um arsenal de medidas."
Mantega destacou que não é só o Brasil que está sofrendo com a alta da inflação e criticou a política monetária de outros países. O cenário externo, segundo ele, é de uma inflação mundial pressionada pela alta do petróleo e pela alta das commodities, e “vários países têm uma política monetária expansionista. Tem gente emitindo moeda num ritmo exagerado”.
Segundo o ministro, quem mais sofre os impactos dessa alta da inflação "são os países emergentes". Além do cenário externo, ele reforçou que o regime de chuvas prolongado puxou a alta dos preços de alimentos, fazendo com que, em março, o IPCA fosse um pouco mais elevado.
fonte :
O objetivo da alta do IOF, segundo Mantega, é “moderar o consumo” e conter a alta da inflação, que chegou a 6,3% no acumulado em 12 meses até março e já ameaça ultrapassar a meta do governo. "Essa medida vai nos ajudar a levar a inflação para um patamar mais adequado", afirmou.
O ministro negou, no entanto, que a inflação esteja fora de controle: “a inflação não está fora de controle. Esperamos que este ano ela feche acima do centro da meta (de 4,5%), mas abaixo do resultado do ano passado”. Segundo ele, a estimativa do Banco Central para este ano é de uma inflação de 5,6%.
A expectativa do ministro é que, nos próximos dois meses, a inflação já esteja se aproximando de um patamar mais adequado. "Se for necessário, novas medidas serão tomadas", disse Mantega sem, no entanto, adiantar quais seriam essas medidas.
Ele reforçou apenas que o Ministério da Fazenda está "sintonizado" com o BC e que ambos trabalham juntos para controlar a inflação. "O Banco Central tem um arsenal de medidas."
Mantega destacou que não é só o Brasil que está sofrendo com a alta da inflação e criticou a política monetária de outros países. O cenário externo, segundo ele, é de uma inflação mundial pressionada pela alta do petróleo e pela alta das commodities, e “vários países têm uma política monetária expansionista. Tem gente emitindo moeda num ritmo exagerado”.
Segundo o ministro, quem mais sofre os impactos dessa alta da inflação "são os países emergentes". Além do cenário externo, ele reforçou que o regime de chuvas prolongado puxou a alta dos preços de alimentos, fazendo com que, em março, o IPCA fosse um pouco mais elevado.
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7 de abr. de 2011
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Empresa de sucesso e aquela que valoriza o material humano e cada vez a grandes empresas estão com essa visão de primeiro tornar seu empregados em colaboradores e depois transformar funcionário em contribuinte dos valores organizacionais, disseminando idéias inovadora para que a empresa se torne líder de mercado.
Liderar mercado não é uma tarefa fácil porque envolve pesquisa,aceitação de produto , Pos venda eficiente , funcionário capacitado pessoas motivada , para desenvolver serviços e produto afim de superar as expectativas do consumidor. Para tanto as empresas que tem visão de futuro cria planos de carreira ,da promoção , incentivo aos estudo,treinamento e capacitação dos profissionais com uma única finalidade , estabelecer um grau de satisfação elevado ao seu cliente interno.
O resultado dessa ação e liderança de mercado combinando todos esses fatores e outros preexistente , vai gerar um diferencial competitivo tão grande que a empresa vai vender sem precisar de muito esforços.
Espero que essa idéia inicial seja útil a você empreendedores e formadores de opinião, se alguém quiser comentar trocar idéia acerca do assunto coloque um comentário acima da nossa postagem tem a opção de comentar fiquem à-vontade o blog e todo seu.
bjos agradeço pela visita
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