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18 de abr. de 2011
O diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Bernardo Figueiredo, afirmou nesta segunda-feira (18) que acredita que o leilão do trem-bala, marcado para 29 de julho, reunirá pelo menos três consórcios. “Não me estranharia se tivesse um, mas acho que temos condições de ter pelo menos três”, disse, destacando que um único participante é o necessário para aprovar o início das obras. “Eu preciso de um. Eu não posso é ter menos de um“, disse.
Segundo ele, pelo menos cinco empresas internacionais já demonstraram interesse em participar do projeto. “Esse projeto é estratégico porque a tecnologia que ganhar a licitação é a que o Brasil vai adotar em todos os outros projetos”, declarou.
"Nós temos tecnologia alemã, francesa, japonesa, coreana e a espanhola. Essas cinco querem participar, estão discutindo, estão fazendo propostas e estão negociando. Poderíamos ter 5 [consórcios], mas para ter 5 precisaríamos ter no brasil cinco grupos na área de construção, o que não temos, podemos ter dois, três, no máximo", detalhou.
confira na integra
Fonte :G1
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O diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Bernardo Figueiredo, afirmou nesta segunda-feira (18) que acredita que o leilão do trem-bala, marcado para 29 de julho, reunirá pelo menos três consórcios. “Não me estranharia se tivesse um, mas acho que temos condições de ter pelo menos três”, disse, destacando que um único participante é o necessário para aprovar o início das obras. “Eu preciso de um. Eu não posso é ter menos de um“, disse.
Segundo ele, pelo menos cinco empresas internacionais já demonstraram interesse em participar do projeto. “Esse projeto é estratégico porque a tecnologia que ganhar a licitação é a que o Brasil vai adotar em todos os outros projetos”, declarou.
"Nós temos tecnologia alemã, francesa, japonesa, coreana e a espanhola. Essas cinco querem participar, estão discutindo, estão fazendo propostas e estão negociando. Poderíamos ter 5 [consórcios], mas para ter 5 precisaríamos ter no brasil cinco grupos na área de construção, o que não temos, podemos ter dois, três, no máximo", detalhou.
confira na integra
Fonte :G1
4 de abr. de 2011
Escrito por: Sr. Finanças |
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Como sempre acontece os políticos sempre querem tirar uma casquinha , considerando essas medidas só serve para atrasar o desenvolvimento do pais tendo em vista o uso e abuso da lei para seu próprio proveito e realização pessoal,não exercendo a função que lhe foi dada de criar,julgar e executar leis que traga beneficio para a sociedade.
A internet é único meio onde as pessoas compram com comodidade, e sem custo muito alto, as lojas virtuais investem nessa ferramenta afim de oferecer ao consumidor opções de produto relativamente acessíveis.Já que com essa medida os preços tendem a se igualar com aqueles vendidas em lojas físicas. Quais seriam as vantagens de vender pela internet ?
Será que vão cobrar o ICMS de pessoa Física Também ?
Não duvido nada, daqui uns dias acredito que sim, eles querem aumentar as suas fortunas.
Na verdade o que eles deveriam fazer é fiscalizar com intensidade as falsas empresas, e pessoas que utiliza informações de clientes,para fazer transações com cartões de credito, fazer clonagem com os dados dos clientes e etc... Mais isso não acontece e quando e constatado que uma desses crimes ocorreu pela internet, ai começa um jogo de empurra liderado pela burocracia e negligencia da falta de leis que não protege o consumidor
Por que não criar medidas que contenha a proliferação de crimes a partir da internet ?
1 de abr. de 2011
A ideia é inovadora e tem potencial. Na hora de fazer as contas para saber quanto custa tirá-la do papel, porém, a coisa muda de figura. Realizar o sonho de empreender esbarra em questões burocráticas e, principalmente, financeiras, que inibem o voo de muitos ex-futuros-empresários com projetos promissores.
As questões que surgem logo de cara parecem complexas demais para o iniciante. Qual a quantia necessária para abrir a empresa e mantê-la funcionando até obter lucro? Como conseguir crédito mais barato? O que fazer para não errar na hora de aplicar o capital? Em geral, são fatores diretamente relacionados a dinheiro que abatem o ânimo de muitos empreendedores em potencial.
“As pessoas têm medo de investir as economias, não ter sucesso e se endividar. Por isso, boa parte das ideias que poderiam originar novas empresas fica apenas na imaginação”, diz Enio Pinto, gerente da Unidade de Atendimento Individual do Sebrae.
De fato, até há bem pouco tempo, montar uma empresa com o dinheiro contado era missão quase impossível. Porém, com o avanço da tecnologia, esse cenário mudou. Hoje já é possível recrutar on-line, fazer reuniões sem sair do escritório e fidelizar clientes pelas redes sociais sem desembolsar nenhum centavo. “A internet, aliada a estratégias criativas, impulsiona o empreendedorismo”, afirma Carlos Sampaio, coordenador de suporte do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR). Pequenas Empresas & Grandes Negócios ouviu especialistas de diversos setores e elaborou 40 dicas para ajudá-lo a cortar despesas antes mesmo de abrir as portas.
Confira a seguir as estratégias que vão fazer sua start-up decolar.
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Fonte :Revista Globo
Considerações :Empresa S/A
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Como o nosso blog e mencionar tudo relacionado a empresa, navegando na internet como e de costume , achei um noticiário bastante interessante, para tantos aqueles que deseja abrir seu próprio negocio quanto para aqueles que já estão sendo seus próprio patrão, a idéia e ótima e nos da alguma dica de como abrir o negocio sem ter muito custo , utilizando a Internet como uma das principais ferramentas para que possamos tomar decisões sem sair do escritório ou de casa, disseminando a idéia de contenção de gasto, proporcionando maior equilibro financeiro para a empresa.
A ideia é inovadora e tem potencial. Na hora de fazer as contas para saber quanto custa tirá-la do papel, porém, a coisa muda de figura. Realizar o sonho de empreender esbarra em questões burocráticas e, principalmente, financeiras, que inibem o voo de muitos ex-futuros-empresários com projetos promissores.
As questões que surgem logo de cara parecem complexas demais para o iniciante. Qual a quantia necessária para abrir a empresa e mantê-la funcionando até obter lucro? Como conseguir crédito mais barato? O que fazer para não errar na hora de aplicar o capital? Em geral, são fatores diretamente relacionados a dinheiro que abatem o ânimo de muitos empreendedores em potencial.
“As pessoas têm medo de investir as economias, não ter sucesso e se endividar. Por isso, boa parte das ideias que poderiam originar novas empresas fica apenas na imaginação”, diz Enio Pinto, gerente da Unidade de Atendimento Individual do Sebrae.
De fato, até há bem pouco tempo, montar uma empresa com o dinheiro contado era missão quase impossível. Porém, com o avanço da tecnologia, esse cenário mudou. Hoje já é possível recrutar on-line, fazer reuniões sem sair do escritório e fidelizar clientes pelas redes sociais sem desembolsar nenhum centavo. “A internet, aliada a estratégias criativas, impulsiona o empreendedorismo”, afirma Carlos Sampaio, coordenador de suporte do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR). Pequenas Empresas & Grandes Negócios ouviu especialistas de diversos setores e elaborou 40 dicas para ajudá-lo a cortar despesas antes mesmo de abrir as portas.
Confira a seguir as estratégias que vão fazer sua start-up decolar.
1 > CALCULE OS CUSTOS DE ABERTURA
A emissão do alvará e taxas da junta comercial são os principais gastos para abrir a empresa legalmente. Segundo Cláudio Vallim, consultor jurídico do Sebrae-SP, dependendo do estado, pode haver outras contribuições obrigatórias, mas o custo total da burocracia varia de R$ 900 a R$ 1.500. Para resolver tudo, pode-se optar por contratar um contador ou advogado. Em São Paulo, o valor cobrado pelo prestador de serviço gira em torno de R$ 2 mil. 2 > EVITE O CRÉDITO PESSOAL
Não busque dinheiro em linhas de crédito pessoal. “Bancos estatais disponibilizam financiamento para pequenas e médias empresas com taxas vantajosas. Enquanto os juros do cartão de crédito são de 10% a 12% ao mês, as outras linhas variam de 1,5% a 2% ao mês. Fuja também das linhas pré-aprovadas, similares ao cheque especial e as mais caras do mercado”, diz o consultor em finanças Alexandre Guimarães, sócio da Kaph Financial Group. Empresas iniciantes podem ainda obter financiamento de até R$ 400 mil (com prazo de até 96 meses, com 36 de carência) do Proger Urbano, disponível em bancos credenciados com juro anual de até 5,33% ao ano, mais TJLP de 6,3% ao ano. 3 > MÓVEIS? SÓ O ESSENCIAL
Mobiliário é caro. No início, gaste pouco para escolher mesas e poltronas e utilize peças de segunda mão em bom estado. Com o tempo, quando o negócio for ganhando corpo, a decoração pode ir mudando. Muitos empresários, acostumados a trabalhar em grandes empresas, montam escritórios luxuosos e depois descobrem que não têm mais dinheiro para, por exemplo, contratar mão de obra qualificada ou para capital de giro. 4 > REAVALIE OS ESTOQUES
Não ter um estoque foi a solução que os donos do Magazine 25, loja que vende artigos para festas, encontraram para viabilizar o negócio. Em 2006, Vagner Fradinho Cândido de Oliveira, 55 anos, resolveu investir R$ 100 mil e criar uma loja virtual de produtos na rua 25 de Março. Como não tinha espaço para estocar mercadorias, o empresário não comprava nada antes que os pedidos fossem feitos. “Fazíamos acordos com empresas da região para tirar fotos dos produtos e publicar no site. Ao final do dia, verificávamos quantas vendas tinham sido realizadas e só então íamos às compras”, afirma Bruno Oliveira, 27 anos, filho de Vagner. O empreendimento familiar fatura R$ 5,5 milhões, emprega 30 funcionários e ocupa 36 salas de um prédio, onde fica também a loja física. 5 > FALE DE GRAÇA
Use e abuse de programas de ligações via VoIP. Com o Skype dá para fazer chamadas gratuitas pelo computador ou smartphone, utilizar recursos de vídeo, chat e realizar conferências com até nove pessoas. “Embora seja o mais famoso, já existem outras ferramentas grátis semelhantes para baixar na internet, entre elas o Gizmo, o Adphone e o X-lite. Além de a instalação ser simples, a qualidade da chamada não deve em nada à das operadoras de telefone”, afirma Carlos Sampaio, coordenador de suporte do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR). 6 > APOSTE NA NUVEM
Vale a pena hospedar na nuvem o correio eletrônico, o banco de dados, a parte contábil e o administrativo, entre outros. Acessar todas as informações da empresa de forma remota traz mobilidade. Outra vantagem dos serviços de cloud computing é a economia. Com eles, a manutenção da infraestrutura e a instalação dos softwares nos computadores corporativos diminuem, pois ficam a cargo do provedor do serviço. Não é preciso superdimensionar o servidor. Montar um parque servidor dentro da empresa sai, em média, R$ 20 mil. A mensalidade dos serviços de cloud computing gira em torno de R$ 80 por usuário. 7 > TOME DECISÕES SEM SAIR DO ESCRITÓRIO
Ao fazer reuniões opte pelos sistemas de teleconferências virtuais. Muitas vezes, o empresário tem de se locomover ou até viajar para tomar decisões importantes, o que gera gastos que podem ser evitados, pelo menos no início. “A Talkshoe oferece o serviço gratuito. Basta preencher um cadastro e abrir a conta. O Gotomeeting permite fazer videoconferências ilimitadas via web com até 15 participantes por US$ 49 mensais”, diz Carlos Sampaio, coordenador de suporte do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR). 8 > EMBARQUE NO GEOMARKETING
A ferramenta é uma pesquisa demográfica detalhada que ajuda a conhecer os moradores da região em que o negócio será criado, seu nível socioeconômico e hábitos de consumo. Isso diminui o risco e permite direcionar ações junto ao mercado de atuação. Com os dados, dá para fazer previsões de quanto o empreendimento vai faturar e analisar os concorrentes vizinhos. O Sebrae oferece, de graça, uma ferramenta de geomarketing chamada Bússola. Leia Mais
Fonte :Revista Globo
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Escrito por: Sr. Finanças |
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Esse e um conceito do curso que fiz pela FGV , a partir dessa pequena introdução sobre Planejamento financeiro, vamos criar um repertorio mental, tendo um breve conhecimento de qual a importância de formular o plano financeiro, tendo em vista que essa é uma ferramenta indispensável para manter a empresa viva, com a leve percepção de que um bom planejamento traz resultados expressivos para a organização.
Planejamento financeiro
Um planejamento cuidadoso e realista é o ponto de partida para se alcançar o resultado esperado em um investimento. Antes de decidir por um investimento, avalie seus objetivos de curto, médio e longo prazos. Após avaliar suas necessidades e expectativas de forma clara, você poderá tomar a decisão mais adequada.
Defina objetivos
Quanto mais claros estiverem os seus objetivos, mais fácil será planejar e investir. Afinal, aplicar recursos para atingir um objetivo futuro significa abrir mão, em determinados momentos, de parte dos gastos ou despesas que, em curto prazo, parecem atraentes.
Mas nem sempre planejar significa reduzir custos ou gastos. Em muitos casos significa apenas reorganizar o uso de recursos disponíveis da forma mais eficiente. E assim, investir para transformar seus projetos em realidade.
Existem diversos objetivos de investimento. Você pode investir recursos para uma viagem, para abrir um negócio, pode, ao mesmo tempo, desejar comprar um bem ou aposentar-se com determinada idade. Para cada um dos objetivos e prazos existem soluções de investimentos que melhor se adaptam às suas necessidades.
Identifique as necessidades de curto e longo prazo
Os recursos de curto prazo não devem estar expostos a riscos, pois pode não haver tempo para recuperar possíveis perdas. Portanto, se você busca oportunidades de maior retorno para seus investimentos, faça-o apenas com seus recursos de longo prazo, nos quais grandes oscilações tendem a se diluir.
Se você investir em ações pelo período de | Retorno máximo que poderia obter – em US$ | Retorno mínimo que poderia obter – em US$ | Probabilidade de obter retorno abaixo do dólar |
3 anos | 126% | -28% | 37% |
5 anos | 69% | -29% | 28% |
10 anos | 36% | -13% | 14% |
20 anos | 18% | -1% | 2% |
Simulação feita com o retorno do Ibovespa desde sua constituição em 1968
No quadro acima, tomando por base o período de 20 anos, por exemplo, você poderia obter um retorno máximo, em dólar, de 18% sobre o capital investido. Em compensação, por ser uma operação de longo prazo, o risco diminui. Nesse caso, a probabilidade de obter retorno negativo – -1% –, em dólar, seria de apenas 2%.
O gráfico acima é meramente ilustrativo e pode ser afetado por mudanças no cenário econômico.
Quanto maior o prazo do seu investimento, maior a possibilidade de reduzir possíveis perdas. Contudo, lembre-se de que não há retorno elevado sem riscos.
Credito : FGV curso
29 de mar. de 2011
Escrito por: Sr. Finanças |
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Segundo o banco Central houve um aumento no volume de credito de 1,3 % em fevereiro desse ano contudo esse aumento significativo teve contribuição do comportamento sazonal tanto do mercado financeiro quando do comportamento de compra do consumidor, vale a pena ressaltar que essas medidas e uma estratégia do BC afim de estimular o consumo para que mantivesse um produto interno bruto na mesma proporção.
Essa na verdade foi uma grande jogada de ataque do sistema financeiro, para que os dados ficassem relativamente positivos.por isso não temos muito o que comemorar.
16 de mar. de 2011
Escrito por: Sr. Finanças |
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Esse e um estudo de caso muito ultil e mostra um pouco da trajetoria, das sandalias havaianas e suas concorrentes,essa apresentação revela indicadores interessantes,para entedermos como funciona esse segmento de negocio.
10 de mar. de 2011
Escrito por: Sr. Finanças |
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Segue algumas dicas que tirei do curso que fiz "qualidade de serviços"pela FGV vale a pena conferir , é só uma introdução e algumas dicas.
Os elementos desse sistema começam a se relacionar a partir das entradas ou inputs
Que geram as atividades de valor , ou seja , operações que produzem os resultados ,outputs
Isto é , produtos e serviços que são entregues ao mercado ou ao clientes
Avaliação do desempenho desse sistema permite adicionar cada vez mais valor a ele
Conceito: Agregar valor
O conceito que surgiu no século XV , na área de economia , e que representa o conjunto de valores adicionais ao preço de produtos ou serviços, em função de benefícios agregados por melhoria de qualidade , conveniência e facilidade de utilização ou satisfação do consumidor
As principais decisões e os processos de gestão de operações dizem respeito a Como combinar os recursos de entrada Adequar os produtos e serviços a serem entregues
Organizar as atividades de geração de valor por meio de avaliação de desempenho Balanced score card
Os elementos desse sistema começam a se relacionar a partir das entradas ou inputs
Que geram as atividades de valor , ou seja , operações que produzem os resultados ,outputs
Isto é , produtos e serviços que são entregues ao mercado ou ao clientes
Avaliação do desempenho desse sistema permite adicionar cada vez mais valor a ele
Conceito: Agregar valor
O conceito que surgiu no século XV , na área de economia , e que representa o conjunto de valores adicionais ao preço de produtos ou serviços, em função de benefícios agregados por melhoria de qualidade , conveniência e facilidade de utilização ou satisfação do consumidor
As principais decisões e os processos de gestão de operações dizem respeito a Como combinar os recursos de entrada Adequar os produtos e serviços a serem entregues
Organizar as atividades de geração de valor por meio de avaliação de desempenho Balanced score card
Escrito por: Sr. Finanças |
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Segmentar significa, num primeiro momento, sacrificar ganhos de escala. Se o item é voltado para um grupo específico, o volume da produção se reduz e os custos aumentam. Em mercados como o brasileiro, o chinês ou o indiano, contudo, mesmo quando um produto se destina a determinado nicho, seu alcance é grande. A Nestlé criou, em 2005, um leite em pó exclusivamente para o Nordeste, ao qual adicionou vitaminas que são deficientes na alimentação local, e ainda o embalou em saco plástico, para baixar o preço. Com tais ajustes, já vende nessa única região brasileira quantidade de leite em pó equivalente à que consome a população inteira de um país como o México. "Criar e adaptar produtos para atender às demandas de um país torna-se interessante quando ele oferece um mercado consumidor de tamanho razoável e que dá sinais de efervescência", diz Eugenio Foganholo, diretor de uma consultoria especializada em varejo.
Boa parte das adaptações feitas em países mais pobres, como o Brasil, tem como prioridade tornar esses produtos acessíveis a pessoas com poder aquisitivo menor. É o que se observa no exemplo do leite em pó, mas também na decisão dos fabricantes de chocolate de substituir manteiga de cacau por gordura vegetal, o que significou um corte de 50% no preço final das barras brasileiras, ou na aposta da indústria no velho sabonete em barra, em detrimento das versões líquidas, que dominam o mercado na Europa e nos Estados Unidos. O que ocorre hoje no Brasil, no entanto, é uma verdadeira ampliação no rol de adaptações.

Adaptar um produto custa caro e é muito trabalhoso – uma verdadeira operação de guerra. A depender do tipo de modificação, setores que vão do laboratório ao departamento de marketing se envolvem no processo. Eis o que aconteceu, por exemplo, quando a Procter & Gamble decidiu lançar, neste ano, uma nova pasta de dentes no Brasil. Ainda que a fórmula fosse bastante semelhante à de outras pastas já criadas pela empresa, só nessa foi preciso investir algo como 100 milhões de dólares e três anos de trabalho, período em que se realizaram nada menos do que quinze pesquisas com 5 000 consumidores para desbravar, entre outras coisas, hábitos de escovação e a predileção por sabores. Foram criadas ainda cinquenta embalagens, para se escolher apenas uma.
Esse tipo de investimento leva de três a cinco anos para ser recuperado. Se as escolhas são acertadas, o retorno é alto. "Nossas vendas quadruplicaram depois que fizemos ajustes nos chocolates vendidos no mercado brasileiro", diz a gerente de marketing da americana Hershey’s no Brasil, Renata Vieira. Em 2001, com os tabletes importados encalhando nas prateleiras, a Hershey’s não teve alternativa senão construir uma fábrica para atender a uma exigência local: os brasileiros desaprovavam a barra individual, por considerá-la grande demais. O peso, de 70 gramas, havia sido calculado para atender à demanda dos americanos. Para fabricar os atuais tabletes de 25 gramas no Brasil, foi necessário montar uma linha de produção inteiramente diferente. À receita original, adicionaram-se ainda açúcar e cacau nacional, que, ao contrário do americano, deixa um leve gosto de queimado. Era o que queriam os brasileiros, segundo apontavam as pesquisas. Curiosamente, o mesmo chocolate sofreu mutação contrária na China. Ali, a Hershey’s reduziu o açúcar para ajustar-se a um paladar que preza mais o salgado.
Existe o consenso de que em poucos países o desafio da adaptação é tão complexo quanto no Brasil. "Em nenhum dos 175 países em que atuamos é preciso segmentar tanto os produtos", diz Juliana Sztrajtman, gerente de marketing da Johnson & Johnson no Brasil. Isso porque não há algo como um perfil único do consumidor brasileiro. Além das disparidades de renda, é preciso levar em conta os hábitos regionais e a diversidade do clima – coisa que não se vê, por exemplo, em países menores e culturalmente mais homogêneos. No Brasil, até o paladar varia de uma região para outra. Assim, a Nestlé se viu obrigada a inventar três versões de café solúvel – mais concentrado no Sul, intermediário no Sudeste e suave no Nordeste. Em razão de sua diversidade racial, o Brasil ainda reúne dezenas de tipos físicos. Para uma empresa como a L’Oréal, a maior do mundo no setor de produtos de beleza, isso significa produzir uma variedade quatro vezes maior de xampus e condicionadores do que em outros países. Só para cabelos cacheados, há cinco variações. "É tão difícil criar produtos para o mercado brasileiro que, se eles dão certo aqui, têm grande chance de fazer sucesso em outros lugares", diz o francês Olivier Blayac, diretor de desenvolvimento da empresa na América Latina.
Fonte :deacon
9 de mar. de 2011
O mercado financeiro estimou, na última semana, por meio do relatório de mercado, também conhecido como Focus - documento que é fruto de pesquisa com analistas de bancos, que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2011 deverá fechar em 5,78%. No boletim anterior, a previsão fora de 5,80%. Nas 12 semanas anteriores, a estimativa da inflação só aumentava.
De acordo com o boletim, divulgado pelo Banco Central nesta quarta-feira (9), para 2012, a estimativa do mercado para o IPCA subiu para 4,80%, acima da previsão de 4,78% da semana anterior. As projeções do mercado foram coletadas na mesma semana em que o Comitê de Política Monetária do Banco Central elevou a Selic em 0,50 ponto percentual, para 11,75%.
Para a Selic, a projeção do mercado se manteve em 12,50% para o final de 2011 e em 11,25% para o final de 2012.
PIB Fonte : G1
Já a estimativa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano foi reduzida de 4,30%, no último boletim, para 4,29%. Para 2012, a projeção foi mantida em 4,5%.
A estimativa para o câmbio no final do ano se manteve em R$ 1,70, mas a projeção para o final de 2012 foi reduzida de R$ 1,79 para R$ 1,77.
Boa esses projeções o mercado cada vez mais crescente isso tudo por conseqüência de medida que liberam e fortalecem a economia.
Escrito por: Sr. Finanças |
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Produto Interno Bruto
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O mercado financeiro estimou, na última semana, por meio do relatório de mercado, também conhecido como Focus - documento que é fruto de pesquisa com analistas de bancos, que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2011 deverá fechar em 5,78%. No boletim anterior, a previsão fora de 5,80%. Nas 12 semanas anteriores, a estimativa da inflação só aumentava.
De acordo com o boletim, divulgado pelo Banco Central nesta quarta-feira (9), para 2012, a estimativa do mercado para o IPCA subiu para 4,80%, acima da previsão de 4,78% da semana anterior. As projeções do mercado foram coletadas na mesma semana em que o Comitê de Política Monetária do Banco Central elevou a Selic em 0,50 ponto percentual, para 11,75%.
Para a Selic, a projeção do mercado se manteve em 12,50% para o final de 2011 e em 11,25% para o final de 2012.
PIB Fonte : G1
Já a estimativa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano foi reduzida de 4,30%, no último boletim, para 4,29%. Para 2012, a projeção foi mantida em 4,5%.
A estimativa para o câmbio no final do ano se manteve em R$ 1,70, mas a projeção para o final de 2012 foi reduzida de R$ 1,79 para R$ 1,77.
Boa esses projeções o mercado cada vez mais crescente isso tudo por conseqüência de medida que liberam e fortalecem a economia.
4 de mar. de 2011
Quando penso no conceito de Equipes de Alta Performance lembro-me da época em que trabalhava em uma rede de academias, na qual, uma de suas unidades apresentava uma queda no número de clientes há mais de dois anos.
Como gerente administrativo, fui deslocada para essa unidade de negócio tendo o objetivo de reverter o cenário. Logo no início do trabalho percebi que os coordenadores de cada área trabalhavam de forma isolada, ou seja, não formavam uma equipe. Apesar de muitos clientes utilizarem os serviços das diversas áreas. Nesse momento, o primeiro passo que precisou ser dado era transformar o grupo de coordenadores em uma equipe, fazendo com que trabalhassem em conjunto para uma finalidade comum.
Para isso, criamos uma meta que deveria ser atingida dali a dez meses: voltar a ter o mesmo número de clientes que a unidade tinha há dois anos. No entanto, estabelecer a meta não era o suficiente para que chegássemos lá. Além deles se tornarem uma equipe, era preciso que se tornassem uma Equipe de Alta Performance.
Quando analisamos mais a fundo as Equipes de Alta Performance, encontramos cinco características fundamentais:
1 – Objetivo claro: todos da equipe devem saber qual é o objetivo a ser alcançado e, mais do que isto, precisam estar engajados com este objetivo. Na ocasião, lembro-me de um dia ter entrado na sala dos coordenadores e me deparado com um cartaz, desenhado por eles, que dizia “1603″. Essa era a nossa meta e naquele momento soube que todos estavam finalmente comprometidos com ela.
2 – Empowerment: permitir que as pessoas tragam seus conhecimentos, experiências e motivação, compartilhando informações e decisões com a equipe. Para isso, criamos naquele momento encontros quinzenais conduzidos sempre por um dos integrantes da equipe, que apresentava algum tema relativo à gestão do negócio e que pudesse acrescentar algo no aprendizado de todos.
3 – Diversidade: uma Equipe de Alta Performance é formada por diferentes tipos de pessoas que apresentam diferentes habilidades, permitindo com que juntos se complementem e consigam realizar o trabalho, utilizando o potencial de cada um. Naquela época, em todas as áreas havia diversas tarefas a serem executadas pelos coordenadores, desde a liderança e Gestão de Pessoas, até o controle de números e planilhas; do relacionamento com clientes à criação e à organização de eventos de divulgação. Cada coordenador tinha talentos diferentes e, por isso, conseguiam realizar algumas atividades com mais facilidade. Dessa forma, criamos duplas de trabalho, que com seus talentos individuais conseguiam se ajudar na realização das diferentes tarefas.
4 – Relacionamento e Feedback: as pessoas têm crenças e valores diferentes e, consequentemente, comportamentos diferentes. Numa Equipe de Alta Performance não existe a necessidade das pessoas tornarem-se amigas, mas sim aprenderem a respeitar a visão de mundo do outro e buscar criar relações de confiança. Usar o feedback, como uma ferramenta que possa ajudar o outro a se desenvolver cada vez mais, e acabar com os ruídos de comunicação. Com isso começamos a exercitar o “falar para” e não mais o “falar de”.
5 – Interdependência: entender que ninguém joga o jogo sozinho. No momento em que um lado está mais fraco, o outro lado fará mais força, para que juntos possam chegar ao seu objetivo. Foi o que aconteceu conosco. Cada área tinha a sua meta mensal a ser alcançada, para que pudéssemos em dez meses chegar ao todo. Mas, nem todos os meses todas as áreas atingiam a sua meta, no entanto, com a soma do número de todos caminhamos em direção ao objetivo traçado.
Agora, eu pergunto a vocês, qual o papel do líder na construção de uma Equipe de Alta Performance? O líder é o responsável em permitir que essas cinco características sejam desenvolvidas dentro de sua equipe, para que ela deixe de ser apenas um grupo de pessoas com um objetivo em comum, e passe a ser uma Equipe de Alta Performance. Ele deve dar a direção, compartilhar a visão e o objetivo a ser atingido. Permitir que os membros da equipe utilizem a sua inteligência, o seu conhecimento, colocando as pessoas certas nos lugares certos; fazendo com que seus talentos sejam explorados, de forma diversificada, executando as tarefas de forma excelente.
Valorizar a transparência, a credibilidade gerando um ambiente de confiança, estimulando a troca de feedback entre todos, começando pela habilidade em receber feedback de sua equipe. Estimular a interdependência, fazendo com que percebam que nenhum integrante da equipe é melhor do que todos juntos.
Por último, o líder deve celebrar as conquistas. Tanto dos resultados alcançados, quanto das pessoas que participaram do processo, crescendo e se desenvolvendo, tornando-se uma Equipe de Alta Performance.
Então, se você hoje lidera uma equipe, pergunte-se:
1. O objetivo está claro? Todos da equipe estão engajados com esse objetivo?
2. As pessoas têm espaço para participar das discussões? Você delega e permite que as pessoas executem as atividades com autonomia?
3. Na sua equipe, as pessoas certas estão no lugar certo? Você tem utilizado o talento de cada um?
4. Os membros da sua equipe confiam em você e nos outros membros? Você tem recebido feedback da sua equipe? Existe a cultura de troca de feedbacks entre todos?
5. Você acredita que trabalhando juntos conseguem entregar melhores resultados? E as pessoas da sua equipe, também acreditam nisso?
Se você respondeu NÃO para a maioria das perguntas acima, deve pensar o que você precisa fazer para transforma a sua equipe em uma Equipe de Alta Performance. Se você respondeu SIM para a maioria das perguntas, está no caminho certo, porém, atenção aos pontos que ainda precisam ser aperfeiçoados. Agora, se você respondeu SIM para todas as perguntas, parabéns pelo seu trabalho! Você conseguiu formar uma Equipe de Alta Performance.
Fonte : Ghaiaconsultoria
.
Escrito por: Sr. Finanças |
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Objetivo claro,
suntuosidade
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Esse blog me chamou atenção pela sua amplitude e suntuosidade de como e tratada a informações e conhecimento, fiquei estupefato com tanta diligencia que o conteúdo traz ao amigos leitores por isso resolvi compartilhar.atente só
Quando penso no conceito de Equipes de Alta Performance lembro-me da época em que trabalhava em uma rede de academias, na qual, uma de suas unidades apresentava uma queda no número de clientes há mais de dois anos.
Como gerente administrativo, fui deslocada para essa unidade de negócio tendo o objetivo de reverter o cenário. Logo no início do trabalho percebi que os coordenadores de cada área trabalhavam de forma isolada, ou seja, não formavam uma equipe. Apesar de muitos clientes utilizarem os serviços das diversas áreas. Nesse momento, o primeiro passo que precisou ser dado era transformar o grupo de coordenadores em uma equipe, fazendo com que trabalhassem em conjunto para uma finalidade comum.
Para isso, criamos uma meta que deveria ser atingida dali a dez meses: voltar a ter o mesmo número de clientes que a unidade tinha há dois anos. No entanto, estabelecer a meta não era o suficiente para que chegássemos lá. Além deles se tornarem uma equipe, era preciso que se tornassem uma Equipe de Alta Performance.
Quando analisamos mais a fundo as Equipes de Alta Performance, encontramos cinco características fundamentais:
1 – Objetivo claro: todos da equipe devem saber qual é o objetivo a ser alcançado e, mais do que isto, precisam estar engajados com este objetivo. Na ocasião, lembro-me de um dia ter entrado na sala dos coordenadores e me deparado com um cartaz, desenhado por eles, que dizia “1603″. Essa era a nossa meta e naquele momento soube que todos estavam finalmente comprometidos com ela.
2 – Empowerment: permitir que as pessoas tragam seus conhecimentos, experiências e motivação, compartilhando informações e decisões com a equipe. Para isso, criamos naquele momento encontros quinzenais conduzidos sempre por um dos integrantes da equipe, que apresentava algum tema relativo à gestão do negócio e que pudesse acrescentar algo no aprendizado de todos.
3 – Diversidade: uma Equipe de Alta Performance é formada por diferentes tipos de pessoas que apresentam diferentes habilidades, permitindo com que juntos se complementem e consigam realizar o trabalho, utilizando o potencial de cada um. Naquela época, em todas as áreas havia diversas tarefas a serem executadas pelos coordenadores, desde a liderança e Gestão de Pessoas, até o controle de números e planilhas; do relacionamento com clientes à criação e à organização de eventos de divulgação. Cada coordenador tinha talentos diferentes e, por isso, conseguiam realizar algumas atividades com mais facilidade. Dessa forma, criamos duplas de trabalho, que com seus talentos individuais conseguiam se ajudar na realização das diferentes tarefas.
4 – Relacionamento e Feedback: as pessoas têm crenças e valores diferentes e, consequentemente, comportamentos diferentes. Numa Equipe de Alta Performance não existe a necessidade das pessoas tornarem-se amigas, mas sim aprenderem a respeitar a visão de mundo do outro e buscar criar relações de confiança. Usar o feedback, como uma ferramenta que possa ajudar o outro a se desenvolver cada vez mais, e acabar com os ruídos de comunicação. Com isso começamos a exercitar o “falar para” e não mais o “falar de”.
5 – Interdependência: entender que ninguém joga o jogo sozinho. No momento em que um lado está mais fraco, o outro lado fará mais força, para que juntos possam chegar ao seu objetivo. Foi o que aconteceu conosco. Cada área tinha a sua meta mensal a ser alcançada, para que pudéssemos em dez meses chegar ao todo. Mas, nem todos os meses todas as áreas atingiam a sua meta, no entanto, com a soma do número de todos caminhamos em direção ao objetivo traçado.
Agora, eu pergunto a vocês, qual o papel do líder na construção de uma Equipe de Alta Performance? O líder é o responsável em permitir que essas cinco características sejam desenvolvidas dentro de sua equipe, para que ela deixe de ser apenas um grupo de pessoas com um objetivo em comum, e passe a ser uma Equipe de Alta Performance. Ele deve dar a direção, compartilhar a visão e o objetivo a ser atingido. Permitir que os membros da equipe utilizem a sua inteligência, o seu conhecimento, colocando as pessoas certas nos lugares certos; fazendo com que seus talentos sejam explorados, de forma diversificada, executando as tarefas de forma excelente.
Valorizar a transparência, a credibilidade gerando um ambiente de confiança, estimulando a troca de feedback entre todos, começando pela habilidade em receber feedback de sua equipe. Estimular a interdependência, fazendo com que percebam que nenhum integrante da equipe é melhor do que todos juntos.
Por último, o líder deve celebrar as conquistas. Tanto dos resultados alcançados, quanto das pessoas que participaram do processo, crescendo e se desenvolvendo, tornando-se uma Equipe de Alta Performance.
Então, se você hoje lidera uma equipe, pergunte-se:
1. O objetivo está claro? Todos da equipe estão engajados com esse objetivo?
2. As pessoas têm espaço para participar das discussões? Você delega e permite que as pessoas executem as atividades com autonomia?
3. Na sua equipe, as pessoas certas estão no lugar certo? Você tem utilizado o talento de cada um?
4. Os membros da sua equipe confiam em você e nos outros membros? Você tem recebido feedback da sua equipe? Existe a cultura de troca de feedbacks entre todos?
5. Você acredita que trabalhando juntos conseguem entregar melhores resultados? E as pessoas da sua equipe, também acreditam nisso?
Se você respondeu NÃO para a maioria das perguntas acima, deve pensar o que você precisa fazer para transforma a sua equipe em uma Equipe de Alta Performance. Se você respondeu SIM para a maioria das perguntas, está no caminho certo, porém, atenção aos pontos que ainda precisam ser aperfeiçoados. Agora, se você respondeu SIM para todas as perguntas, parabéns pelo seu trabalho! Você conseguiu formar uma Equipe de Alta Performance.
Fonte : Ghaiaconsultoria
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3 de mar. de 2011
Business to Business - B2B é o nome dado ao comércio associado a operações de compra e venda, de informações, de produtos e de serviços através da Internet ou através da utilização de redes privadas partilhadas entre duas empresas, substituindo assim os processos físicos que envolvem as transações comerciais. O B2B pode também ser definido como troca de mensagens estruturadas com outros parceiros comerciais a partir de redes privadas ou da Internet, para criar e transformar assim as suas relações de negócios.
A Internet tem revolucionado os negócios, desempenhando um papel fundamental na transformação do mundo em um enorme mercado global, criando assim uma "economia digital". E-Business começa a ser uma necessidade cada vez maior para as empresas se manterem competitivas na economia digital de hoje, deixando de ser uma mera questão de escolha. A Internet tem criado oportunidades para as empresas expandirem os seus mercados, reduzindo os custos, aumentando a eficiência e a satisfação dos clientes e colaborarando com os seus parceiros, bem como com os concorrentes. O comércio B2B é uma área em que tais empresas podem atingir tais níveis de eficiência. Para responder ao desafio da globalização do comércio eletrônico, as empresas precisam de um processo eficaz e eficiente que satisfaça os negócios da necessidade de comprar e vender produtos de forma mais econômica e eficaz.
Conseqüentemente, identificam-se, de entre vários, três grupos principais de portais B2B, a saber
Portais para colaboradores (intranet) – são portais em que a empresa promove a comunicação interna, i. e., para com os seus colaboradores e entre colaboradores. Estas redes são restritas aos colaboradores da empresa ou grupo de empresas, permitindo o acesso a um conjunto de recursos da rede interna dessa empresa ou grupo de empresas. Através destes portais é possível unir os colaboradores da empresa, independentemente do local físico onde se encontrem e, portanto, vencer as distâncias que os separem;
Portais para parceiros (extranet) – são portais em que se promovem as relações entre empresas (B2B) ou entre uma dada empresa e as empresas com quem ela pretendem manter relações. São, portanto, redes que unem a empresa e os seus parceiros de negócio, com o objectivo de promover a colaboração e a partilha de informação;
Portais de terceiros ou e-markeplaces – são plataformas de intermediação que promovem a união de várias organizações compradoras e vendedoras. A negociação de produtos e serviços tem como suporte a Internet, que facilita e promove a compra online, num ambiente de muitos compradores e muitos fornecedores e/ou em ambientes mais limitados e dependentes, também, das características monopolistas, oligopolistas ou abertas dos mercados de origem das ofertas e procuras.
Escrito por: Sr. Finanças |
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Business to Business - B2B é o nome dado ao comércio associado a operações de compra e venda, de informações, de produtos e de serviços através da Internet ou através da utilização de redes privadas partilhadas entre duas empresas, substituindo assim os processos físicos que envolvem as transações comerciais. O B2B pode também ser definido como troca de mensagens estruturadas com outros parceiros comerciais a partir de redes privadas ou da Internet, para criar e transformar assim as suas relações de negócios.
A Internet tem revolucionado os negócios, desempenhando um papel fundamental na transformação do mundo em um enorme mercado global, criando assim uma "economia digital". E-Business começa a ser uma necessidade cada vez maior para as empresas se manterem competitivas na economia digital de hoje, deixando de ser uma mera questão de escolha. A Internet tem criado oportunidades para as empresas expandirem os seus mercados, reduzindo os custos, aumentando a eficiência e a satisfação dos clientes e colaborarando com os seus parceiros, bem como com os concorrentes. O comércio B2B é uma área em que tais empresas podem atingir tais níveis de eficiência. Para responder ao desafio da globalização do comércio eletrônico, as empresas precisam de um processo eficaz e eficiente que satisfaça os negócios da necessidade de comprar e vender produtos de forma mais econômica e eficaz.
Conseqüentemente, identificam-se, de entre vários, três grupos principais de portais B2B, a saber
Portais para colaboradores (intranet) – são portais em que a empresa promove a comunicação interna, i. e., para com os seus colaboradores e entre colaboradores. Estas redes são restritas aos colaboradores da empresa ou grupo de empresas, permitindo o acesso a um conjunto de recursos da rede interna dessa empresa ou grupo de empresas. Através destes portais é possível unir os colaboradores da empresa, independentemente do local físico onde se encontrem e, portanto, vencer as distâncias que os separem;
Portais para parceiros (extranet) – são portais em que se promovem as relações entre empresas (B2B) ou entre uma dada empresa e as empresas com quem ela pretendem manter relações. São, portanto, redes que unem a empresa e os seus parceiros de negócio, com o objectivo de promover a colaboração e a partilha de informação;
Portais de terceiros ou e-markeplaces – são plataformas de intermediação que promovem a união de várias organizações compradoras e vendedoras. A negociação de produtos e serviços tem como suporte a Internet, que facilita e promove a compra online, num ambiente de muitos compradores e muitos fornecedores e/ou em ambientes mais limitados e dependentes, também, das características monopolistas, oligopolistas ou abertas dos mercados de origem das ofertas e procuras.
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