4 de mar. de 2011

Esse blog me chamou atenção pela sua amplitude e suntuosidade de como e tratada a informações e conhecimento, fiquei estupefato com tanta diligencia que o conteúdo traz ao amigos leitores por isso resolvi compartilhar.atente só 


Quando penso no conceito de Equipes de Alta Performance lembro-me da época em que trabalhava em uma rede de academias, na qual, uma de suas unidades apresentava uma queda no número de clientes há mais de dois anos.
Como gerente administrativo, fui deslocada para essa unidade de negócio tendo o objetivo de reverter o cenário. Logo no início do trabalho percebi que os coordenadores de cada área trabalhavam de forma isolada, ou seja, não formavam uma equipe. Apesar de muitos clientes utilizarem os serviços das diversas áreas. Nesse momento, o primeiro passo que precisou ser dado era transformar o grupo de coordenadores em uma equipe, fazendo com que trabalhassem em conjunto para uma finalidade comum.
Para isso, criamos uma meta que deveria ser atingida dali a dez meses: voltar a ter o mesmo número de clientes que a unidade tinha há dois anos. No entanto, estabelecer a meta não era o suficiente para que chegássemos lá. Além deles se tornarem uma equipe, era preciso que se tornassem uma Equipe de Alta Performance.
Quando analisamos mais a fundo as Equipes de Alta Performance, encontramos cinco características fundamentais:
1 – Objetivo claro:
todos da equipe devem saber qual é o objetivo a ser alcançado e, mais do que isto, precisam estar engajados com este objetivo. Na ocasião, lembro-me de um dia ter entrado na sala dos coordenadores e me deparado com um cartaz, desenhado por eles, que dizia “1603″. Essa era a nossa meta e naquele momento soube que todos estavam finalmente comprometidos com ela.
2 – Empowerment:
permitir que as pessoas tragam seus conhecimentos, experiências e motivação, compartilhando informações e decisões com a equipe. Para isso, criamos naquele momento encontros quinzenais conduzidos sempre por um dos integrantes da equipe, que apresentava algum tema relativo à gestão do negócio e que pudesse acrescentar algo no aprendizado de todos.
3 – Diversidade
: uma Equipe de Alta Performance é formada por diferentes tipos de pessoas que apresentam diferentes habilidades, permitindo com que juntos se complementem e consigam realizar o trabalho, utilizando o potencial de cada um. Naquela época, em todas as áreas havia diversas tarefas a serem executadas pelos coordenadores, desde a liderança e Gestão de Pessoas, até o controle de números e planilhas; do relacionamento com clientes à criação e à organização de eventos de divulgação. Cada coordenador tinha talentos diferentes e, por isso, conseguiam realizar algumas atividades com mais facilidade. Dessa forma, criamos duplas de trabalho, que com seus talentos individuais conseguiam se ajudar na realização das diferentes tarefas.
4 – Relacionamento e Feedback:
as pessoas têm crenças e valores diferentes e, consequentemente, comportamentos diferentes. Numa Equipe de Alta Performance não existe a necessidade das pessoas tornarem-se amigas, mas sim aprenderem a respeitar a visão de mundo do outro e buscar criar relações de confiança. Usar o feedback, como uma ferramenta que possa ajudar o outro a se desenvolver cada vez mais, e acabar com os ruídos de comunicação. Com isso começamos a exercitar o “falar para” e não mais o “falar de”.
5 – Interdependência: entender que ninguém joga o jogo sozinho.
No momento em que um lado está mais fraco, o outro lado fará mais força, para que juntos possam chegar ao seu objetivo. Foi o que aconteceu conosco. Cada área tinha a sua meta mensal a ser alcançada, para que pudéssemos em dez meses chegar ao todo. Mas, nem todos os meses todas as áreas atingiam a sua meta, no entanto, com a soma do número de todos caminhamos em direção ao objetivo traçado.
Agora, eu pergunto a vocês, qual o papel do líder na construção de uma Equipe de Alta Performance? O líder é o responsável em permitir que essas cinco características sejam desenvolvidas dentro de sua equipe, para que ela deixe de ser apenas um grupo de pessoas com um objetivo em comum, e passe a ser uma Equipe de Alta Performance. Ele deve dar a direção, compartilhar a visão e o objetivo a ser atingido. Permitir que os membros da equipe utilizem a sua inteligência, o seu conhecimento, colocando as pessoas certas nos lugares certos; fazendo com que seus talentos sejam explorados, de forma diversificada, executando as tarefas de forma excelente.
Valorizar a transparência, a credibilidade gerando um ambiente de confiança, estimulando a troca de feedback entre todos, começando pela habilidade em receber feedback de sua equipe. Estimular a interdependência, fazendo com que percebam que nenhum integrante da equipe é melhor do que todos juntos.
Por último, o líder deve celebrar as conquistas. Tanto dos resultados alcançados, quanto das pessoas que participaram do processo, crescendo e se desenvolvendo, tornando-se uma Equipe de Alta Performance.
Então, se você hoje lidera uma equipe, pergunte-se:
1. O objetivo está claro? Todos da equipe estão engajados com esse objetivo?
2. As pessoas têm espaço para participar das discussões? Você delega e permite que as pessoas executem as atividades com autonomia?
3. Na sua equipe, as pessoas certas estão no lugar certo? Você tem utilizado o talento de cada um?
4. Os membros da sua equipe confiam em você e nos outros membros? Você tem recebido feedback da sua equipe? Existe a cultura de troca de feedbacks entre todos?
5. Você acredita que trabalhando juntos conseguem entregar melhores resultados? E as pessoas da sua equipe, também acreditam nisso?
Se você respondeu NÃO para a maioria das perguntas acima, deve pensar o que você precisa fazer para transforma a sua equipe em uma Equipe de Alta Performance. Se você respondeu SIM para a maioria das perguntas, está no caminho certo, porém, atenção aos pontos que ainda precisam ser aperfeiçoados. Agora, se você respondeu SIM para todas as perguntas, parabéns pelo seu trabalho! Você conseguiu formar uma Equipe de Alta Performance.
Fonte : Ghaiaconsultoria
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3 de mar. de 2011
Agora vamos falar do Trade marketing outra ferramenta essencial para manter relacionamento com clientes e canais de vendas.
O trade marketing é uma parte importante na estratégia de marketing das organizações que planejam maximizar a diferenciação dos seus produtos e serviços nos pontos-de-venda. É, consequentemente, uma disciplina de marketing que orienta o desenvolvimento das relações entre fabricantes e canais de venda, pelo entendimento das necessidades entre marcas, pontos-de-venda e consumidores.


O trade marketing analisa os hábitos e preferências dos consumidores para o sucesso das estratégias de marketing e vendas. Define quais canais de mídias serão utilizados, que produtos desenvolvidos e que canais de comercialização para atender as preferências de consumo do público-alvo.
O processo contínuo de fragmentação dos canais de mídias, somado a uma maior especialização dos canais de venda, num contexto no qual o consumidor está cada vez mais difícil de ser conquistado, criou um cenário de competição acirrada no qual as empresas lutam ferozmente por participação de mercado. Nesse cenário, continua sendo fundamental desenvolver marcas fortes que estabeleçam condições de enfrentamento da concorrência, dos canais de venda pela sua comercialização e, o mais importante, o share de preferência dos seus consumidores-alvo.
O trade marketing estabelece ainda, a necessidade de se adaptar produtos, logística e estratégias de marketing, de modo a conquistar o consumidor nos pontos-de-venda, com um modelo de parceria entre os fabricantes e seus canais de vendas.
 


Business to Business - B2B é o nome dado ao comércio associado a operações de compra e venda, de informações, de produtos e de serviços através da Internet ou através da utilização de redes privadas partilhadas entre duas empresas, substituindo assim os processos físicos que envolvem as transações comerciais. O B2B pode também ser definido como troca de mensagens estruturadas com outros parceiros comerciais a partir de redes privadas ou da Internet, para criar e transformar assim as suas relações de negócios.
A Internet tem revolucionado os negócios, desempenhando um papel fundamental na transformação do mundo em um enorme mercado global, criando assim uma "economia digital". E-Business começa a ser uma necessidade cada vez maior para as empresas se manterem competitivas na economia digital de hoje, deixando de ser uma mera questão de escolha. A Internet tem criado oportunidades para as empresas expandirem os seus mercados, reduzindo os custos, aumentando a eficiência e a satisfação dos clientes e colaborarando com os seus parceiros, bem como com os concorrentes. O comércio B2B é uma área em que tais empresas podem atingir tais níveis de eficiência. Para responder ao desafio da globalização do comércio eletrônico, as empresas precisam de um processo eficaz e eficiente que satisfaça os negócios da necessidade de comprar e vender produtos de forma mais econômica e eficaz.
Conseqüentemente, identificam-se, de entre vários, três grupos principais de portais B2B, a saber


Portais para colaboradores (intranet) – são portais em que a empresa promove a comunicação interna, i. e., para com os seus colaboradores e entre colaboradores. Estas redes são restritas aos colaboradores da empresa ou grupo de empresas, permitindo o acesso a um conjunto de recursos da rede interna dessa empresa ou grupo de empresas. Através destes portais é possível unir os colaboradores da empresa, independentemente do local físico onde se encontrem e, portanto, vencer as distâncias que os separem;

Portais para parceiros (extranet) – são portais em que se promovem as relações entre empresas (B2B) ou entre uma dada empresa e as empresas com quem ela pretendem manter relações. São, portanto, redes que unem a empresa e os seus parceiros de negócio, com o objectivo de promover a colaboração e a partilha de informação;
Portais de terceiros ou e-markeplaces – são plataformas de intermediação que promovem a união de várias organizações compradoras e vendedoras. A negociação de produtos e serviços tem como suporte a Internet, que facilita e promove a compra online, num ambiente de muitos compradores e muitos fornecedores e/ou em ambientes mais limitados e dependentes, também, das características monopolistas, oligopolistas ou abertas dos mercados de origem das ofertas e procuras.
No primeiro dia de março, depois de quitar R$ 28 bilhões de contas pendentes deixadas por Lula no ano eleitoral, o governo ainda acumulava mais de R$ 98 bilhões de despesas a quitar, informa levantamento feito pela ONG Contas Abertas no Siafi (sistema de acompanhamento de gastos da União). Isso é quase o dobro do tamanho no corte no Orçamento de 2011 anunciado pela equipe econômica.

Obrigados a escolher entre levar adiante gastos autorizados no Orçamento deste ano e pagar as contas deixadas por Lula, tecnicamente chamadas de 'restos a pagar', vários ministros procuraram orientação da ministra do Planejamento Miriam Belchior . Ao Estado, o ministério informou: 'Estamos em contato com os ministérios para que eles façam esse trabalho de análise para o cancelamento de restos a pagar'.

O maior número de despesas contratadas e não quitadas concentra-se nos investimentos da União. Ainda restava pendente de pagamento uma conta de R$ 51,6 bilhões em 1º de março. A conta inclui obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
 Fonte estadão.com.br

Crescimento da economia no 4º trimestre do ano passado foi de 0,7%
O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro apresentou um crescimento de 7,5% no ano de 2010, a maior alta para o indicador desde 1986, quando também foi registrada variação de 7,5%.
Segundo dados divulgados nesta quinta-feira pelo IBGE, no quatro trimestre de 2010, a alta foi de 0,7% em relação ao trimestre anterior. Na comparação com o mesmo período de 2009, a variação foi de 5%.
A maior variação do PIB no país foi registrada em 1973, quando o crescimento chegou a 14%.
Para o economista e professor da PUC-SP Antonio Corrêa de Lacerda, um dos fatores que contribuíram para o bom resultado no ano passado foi o conjunto de medidas adotadas pelo governo em 2009, quando houve aumento de gastos públicos, redução de impostos e expansão do crédito, o que contribuiu para um aumento do consumo.
Lacerda acrescenta, no entanto, que a variação expressiva do PIB em 2010 também se deve, pelo menos em parte, ao fato de a economia brasileira ter encolhido no ano anterior, quando a crise global provocou uma retração de 0,6%.
'Este crescimento é normal, considerando que a base de comparação é fraca', avalia o economista.
Superaquecimento
Já o professor de Macroeconomia da FGV-SP Robson Gonçalves observa que os números do ano passado indicam uma recuperação da economia ainda acima do nível de 2008 (quando o PIB cresceu 5,2%), algo que outros países ainda não conseguiram.
Na opinião de Gonçalves, no entanto, o resultado de 2010 também reforça os sinais de que houve um superaquecimento da economia brasileira no ano passado.
'As medidas anticíclicas tomadas em 2009 foram excessivamente voltadas para o consumo', diz o economista. 'Some-se a isso a falta de investimento produtivo, temos um desequilíbrio entre oferta e demanda, gerando superaquecimento.'
Na comparação com o resultado do PIB de outros países em 2010, a alta do Brasil é superior à dos Estados Unidos, que foi de 2,8%, e da União Europeia, com 1,7%. No entanto, o país ficou atrás de China (10,3%) e Argentina (9,1%)   Fonte : MSN

Mesmo assim os indicadores ainda são duvidores no que diz respeito ao futuro, pois a pratica do consumo esta sendo dizimada, porque a nova gestão se coloca como uma retardadora do consumo e freio já esta posto
1 de mar. de 2011


Políticas publicas e interesses internacionais desvenda o engodo do governo Dilma que por sua vez tomam decisões para reduções de gastos fiscais.

Em entrevista a Roberto Godoy, o sociólogo Demétrio Magnoli critica a linguagem usada por Dilma Rousseff em seus discursos e revela temer a maneira como a reforma política pode ser feita
Essas medidas servem para conter os maiores gastos públicos , ou seja vai sobrar dinheiro para teoricamente eles investirem em outros projeto ou criar um novo com a cara da Dilma Rousseff, cada área pela qual o governo exerce poder houve grande corte.



Do anunciado pacote de contenção de despesas de R$ 50,1 bilhões no Orçamento de 2011 o governo só cortará 'na carne' R$ 13 bilhões, dos quais R$ 3,4 são investimentos. O restante do ajuste o governo pretende fazer à custa de combate a fraudes, do adiamento do pagamento de sentenças judiciais e de reestimativas. É o que revelam os dados divulgados ontem pelos ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Miriam Belchior. Ao contrário do anunciado, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) foi cortado, com a redução de R$ 5,1 bilhões no Minha Casa Minha Vida - que tecnicamente faz parte do PAC.
Um exemplo de ministério que vai ter redução real de despesas é o da Defesa. A secretária de Orçamento Federal, Célia Corrêa, disse que terão de ser renegociados contratos para a aquisição de helicópteros russos, submarino francês e aviões cargueiros da Embraer. Além disso, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, avisou que não há recursos para comprar caças este ano.
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, sustentou outra versão. Afirmou ontem que o corte no orçamento de sua pasta não deverá atingir projetos como o do submarino nuclear e a concorrência internacional para equipar a Força Aérea com novos caças. Segundo Jobim, o corte de 27% não deve impedir que o acordo para a compra dos caças para a FAB seja fechado este ano, mas os gastos só ocorreriam a partir de 2012.
O corte de despesas pretendido pelo governo era de R$ 50,1 bilhões, mas a redução de gastos anunciada ontem foi de R$ 53,6 bilhões, para compensar dispêndios não previstos de R$ 3,5 bilhões. Mas a radiografia dessa numeralha mostra que a tesoura do da equipe econômica não foi fundo no corte de gastos.
Fonte : MSN e Tecmon

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