Mostrando postagens com marcador produtos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador produtos. Mostrar todas as postagens
1 de abr. de 2011
 
Como o nosso blog e mencionar  tudo relacionado a empresa, navegando na internet como e de costume , achei um noticiário bastante interessante, para  tantos aqueles que deseja abrir seu próprio negocio quanto para aqueles que já estão sendo seus próprio  patrão, a idéia e ótima e nos da alguma dica de como abrir o negocio sem ter muito custo , utilizando a Internet como uma das principais ferramentas para que possamos tomar decisões sem sair do escritório ou de casa, disseminando a idéia de contenção de gasto, proporcionando maior equilibro financeiro para a empresa.


A ideia é inovadora e tem potencial. Na hora de fazer as contas para saber quanto custa tirá-la do papel, porém, a coisa muda de figura. Realizar o sonho de empreender esbarra em questões burocráticas e, principalmente, financeiras, que inibem o voo de muitos ex-futuros-empresários com projetos promissores.

As questões que surgem logo de cara parecem complexas demais para o iniciante. Qual a quantia necessária para abrir a empresa e mantê-la funcionando até obter lucro? Como conseguir crédito mais barato? O que fazer para não errar na hora de aplicar o capital? Em geral, são fatores diretamente relacionados a dinheiro que abatem o ânimo de muitos empreendedores em potencial.

“As pessoas têm medo de investir as economias, não ter sucesso e se endividar. Por isso, boa parte das ideias que poderiam originar novas empresas fica apenas na imaginação”, diz Enio Pinto, gerente da Unidade de Atendimento Individual do Sebrae.

De fato, até há bem pouco tempo, montar uma empresa com o dinheiro contado era missão quase impossível. Porém, com o avanço da tecnologia, esse cenário mudou. Hoje já é possível recrutar on-line, fazer reuniões sem sair do escritório e fidelizar clientes pelas redes sociais sem desembolsar nenhum centavo. “A internet, aliada a estratégias criativas, impulsiona o empreendedorismo”, afirma Carlos Sampaio, coordenador de suporte do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR). Pequenas Empresas & Grandes Negócios ouviu especialistas de diversos setores e elaborou 40 dicas para ajudá-lo a cortar despesas antes mesmo de abrir as portas.

Confira a seguir as estratégias que vão fazer sua start-up decolar.



 1 > CALCULE OS CUSTOS DE ABERTURA
A emissão do alvará e taxas da junta comercial são os principais gastos para abrir a empresa legalmente. Segundo Cláudio Vallim, consultor jurídico do Sebrae-SP, dependendo do estado, pode haver outras contribuições obrigatórias, mas o custo total da burocracia varia de R$ 900 a R$ 1.500. Para resolver tudo, pode-se optar por contratar um contador ou advogado. Em São Paulo, o valor cobrado pelo prestador de serviço gira em torno de R$ 2 mil.

 2 > EVITE O CRÉDITO PESSOAL
Não busque dinheiro em linhas de crédito pessoal. “Bancos estatais disponibilizam financiamento para pequenas e médias empresas com taxas vantajosas. Enquanto os juros do cartão de crédito são de 10% a 12% ao mês, as outras linhas variam de 1,5% a 2% ao mês. Fuja também das linhas pré-aprovadas, similares ao cheque especial e as mais caras do mercado”, diz o consultor em finanças Alexandre Guimarães, sócio da Kaph Financial Group. Empresas iniciantes podem ainda obter financiamento de até R$ 400 mil (com prazo de até 96 meses, com 36 de carência) do Proger Urbano, disponível em bancos credenciados com juro anual de até 5,33% ao ano, mais TJLP de 6,3% ao ano.

 3 > MÓVEIS? SÓ O ESSENCIAL
Mobiliário é caro. No início, gaste pouco para escolher mesas e poltronas e utilize peças de segunda mão em bom estado. Com o tempo, quando o negócio for ganhando corpo, a decoração pode ir mudando. Muitos empresários, acostumados a trabalhar em grandes empresas, montam escritórios luxuosos e depois descobrem que não têm mais dinheiro para, por exemplo, contratar mão de obra qualificada ou para capital de giro.

 4 > REAVALIE OS ESTOQUES
Não ter um estoque foi a solução que os donos do Magazine 25, loja que vende artigos para festas, encontraram para viabilizar o negócio. Em 2006, Vagner Fradinho Cândido de Oliveira, 55 anos, resolveu investir R$ 100 mil e criar uma loja virtual de produtos na rua 25 de Março. Como não tinha espaço para estocar mercadorias, o empresário não comprava nada antes que os pedidos fossem feitos. “Fazíamos acordos com empresas da região para tirar fotos dos produtos e publicar no site. Ao final do dia, verificávamos quantas vendas tinham sido realizadas e só então íamos às compras”, afirma Bruno Oliveira, 27 anos, filho de Vagner. O empreendimento familiar fatura R$ 5,5 milhões, emprega 30 funcionários e ocupa 36 salas de um prédio, onde fica também a loja física.



 5 > FALE DE GRAÇA
Use e abuse de programas de ligações via VoIP. Com o Skype dá para fazer chamadas gratuitas pelo computador ou smartphone, utilizar recursos de vídeo, chat e realizar conferências com até nove pessoas. “Embora seja o mais famoso, já existem outras ferramentas grátis semelhantes para baixar na internet, entre elas o Gizmo, o Adphone e o X-lite. Além de a instalação ser simples, a qualidade da chamada não deve em nada à das operadoras de telefone”, afirma Carlos Sampaio, coordenador de suporte do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR).

 6 > APOSTE NA NUVEM
Vale a pena hospedar na nuvem o correio eletrônico, o banco de dados, a parte contábil e o administrativo, entre outros. Acessar todas as informações da empresa de forma remota traz mobilidade. Outra vantagem dos serviços de cloud computing é a economia. Com eles, a manutenção da infraestrutura e a instalação dos softwares nos computadores corporativos diminuem, pois ficam a cargo do provedor do serviço. Não é preciso superdimensionar o servidor. Montar um parque servidor dentro da empresa sai, em média, R$ 20 mil. A mensalidade dos serviços de cloud computing gira em torno de R$ 80 por usuário.

 7 > TOME DECISÕES SEM SAIR DO ESCRITÓRIO
Ao fazer reuniões opte pelos sistemas de teleconferências virtuais. Muitas vezes, o empresário tem de se locomover ou até viajar para tomar decisões importantes, o que gera gastos que podem ser evitados, pelo menos no início. “A Talkshoe oferece o serviço gratuito. Basta preencher um cadastro e abrir a conta. O Gotomeeting permite fazer videoconferências ilimitadas via web com até 15 participantes por US$ 49 mensais”, diz Carlos Sampaio, coordenador de suporte do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR).



 8 > EMBARQUE NO GEOMARKETING
A ferramenta é uma pesquisa demográfica detalhada que ajuda a conhecer os moradores da região em que o negócio será criado, seu nível socioeconômico e hábitos de consumo. Isso diminui o risco e permite direcionar ações junto ao mercado de atuação. Com os dados, dá para fazer previsões de quanto o empreendimento vai faturar e analisar os concorrentes vizinhos. O Sebrae oferece, de graça, uma ferramenta de geomarketing chamada Bússola.
Leia Mais
Fonte :Revista Globo 
Considerações :Empresa S/A 
21 de mar. de 2011

Todos nos sabemos o quanto o marketing esta se tornando uma ferramenta indispensável de vendas,fidelização retenção, prospecção, e valorização do cliente, na verdade essa somos alvos dessa nova tendência onde nós consumidores, estamos cada vez mais exigente e seletivos e se tornando criterioso em nossas escolhas.Contudo o esse é um desafio para as empresas que por suas vez procura desenvolve de toda forma possível a comunicação de seu produto e serviço criar uma redes de relacionamento, pata um contato mais eficiente. Então vamos aprender um poço segue!!!!!


O Network Marketing (Marketing de rede, Multinível, MMN) é um modelo de negócios amplamente conhecido e comentado pela mídia nos países desenvolvidos como Japão e EUA, porém no Brasil ainda se encontra em fase de desenvolvimento. Podemos dizer que em outros países desenvolvidos a indústria está na fase de um jovem adulto e no Brasil é ainda uma criança, porém é inegável que este modelo representa uma grande inovação e tendência mundial na distribuição de produtos e serviços.

Como no Brasil este modelo de negócios ainda está em uma fase de aceitação e desenvolvimento assim como em outros países da América Latina, podemos perceber um grande detalhe para o qual as pessoas devem se atentar ao conhecer o modelo. Primeiramente o próprio nome NetWORK Marketing já diz. WORK, palavra em inglês que significa trabalho. Nada vem de graça, a proposta aqui não é a de dinheiro fácil e rápido sem nenhum esforço, se alguma empresa de Network Marketing estiver lhe prometendo isso fique de olho e se for o caso caia fora. Assim como outros modelos de negócios próprios tradicionais como o franchising, por exemplo, é preciso muita seriedade e trabalho sério para que se obtenham resultados expressivos, e para que todos aqueles níveis do plano de marketing sejam atingidos.

Mas o grande detalhe que muitas vezes atrapalha o desenvolvimento do negócio como um todo é que as pessoas não têm essa visão de que Network Marketing é um modelo de negócio próprio e que deve ser encarado como tal. As pessoas acreditam que só por que não têm que abrir uma loja física, funcionários, fazer um grande investimento inicial, elas não tem que se dedicar como se fosse um grande investimento. No subconsciente elas pensam: “Como investi apenas $200 no meu negócio, se não der certo não será uma grande perda...”. E com isso acabam se dedicando muito pouco ou quase nada ao negócio, encarando apenas como uma pequena renda extra, um negócio pequeno pelo pequeno investimento inicial que fizeram.
O Network Marketing (Marketing de rede, Multinível, MMN) é um modelo de negócios amplamente conhecido e comentado pela mídia nos países desenvolvidos como Japão e EUA, porém no Brasil ainda se encontra em fase de desenvolvimento. Podemos dizer que em outros países desenvolvidos a indústria está na fase de um jovem adulto e no Brasil é ainda uma criança, porém é inegável que este modelo representa uma grande inovação e tendência mundial na distribuição de produtos e serviços.

Como no Brasil este modelo de negócios ainda está em uma fase de aceitação e desenvolvimento assim como em outros países da América Latina, podemos perceber um grande detalhe para o qual as pessoas devem se atentar ao conhecer o modelo. Primeiramente o próprio nome NetWORK Marketing já diz. WORK, palavra em inglês que significa trabalho. Nada vem de graça, a proposta aqui não é a de dinheiro fácil e rápido sem nenhum esforço, se alguma empresa de Network Marketing estiver lhe prometendo isso fique de olho e se for o caso caia fora. Assim como outros modelos de negócios próprios tradicionais como o franchising, por exemplo, é preciso muita seriedade e trabalho sério para que se obtenham resultados expressivos, e para que todos aqueles níveis do plano de marketing sejam atingidos.

Mas o grande detalhe que muitas vezes atrapalha o desenvolvimento do negócio como um todo é que as pessoas não têm essa visão de que Network Marketing é um modelo de negócio próprio e que deve ser encarado como tal. As pessoas acreditam que só por que não têm que abrir uma loja física, funcionários, fazer um grande investimento inicial, elas não tem que se dedicar como se fosse um grande investimento. No subconsciente elas pensam: “Como investi apenas $200 no meu negócio, se não der certo não será uma grande perda...”. E com isso acabam se dedicando muito pouco ou quase nada ao negócio, encarando apenas como uma pequena renda extra, um negócio pequeno pelo pequeno investimento inicial que fizeram.

Concluindo esse raciocínio, devemos ter em mente que o Network Marketing é um GRANDE negócio onde se faz um PEQUENO investimento, e deve ser encarado como tal. Imagine-se investindo 500 mil reais como se estivesse abrindo uma franquia. Você iria se dedicar ao máximo para fazer o negócio gerar lucro não é mesmo? Então utilize esta mesma dedicação ao assinar o contrato de distribuição da empresa de network marketing, pois o lucro que este modelo de negócios pode gerar é muitas vezes bem maior que de uma franquia. Caso entenda e encare o modelo como um negócio sério, poderá criar uma máquina geradora de renda residual que multiplicará e crescerá exponencialmente. E este é o objetivo e a meta de todos os profissionais sérios desta indústria, criar esta grande e sólida rede de distribuição de produtos e serviços, que irá gerar renda residual por um bom tempo mesmo após o término do desenvolvimento do negócio.

Concluindo esse raciocínio, devemos ter em mente que o Network Marketing é um GRANDE negócio onde se faz um PEQUENO investimento, e deve ser encarado como tal. Imagine-se investindo 500 mil reais como se estivesse abrindo uma franquia. Você iria se dedicar ao máximo para fazer o negócio gerar lucro não é mesmo? Então utilize esta mesma dedicação ao assinar o contrato de distribuição da empresa de network marketing, pois o lucro que este modelo de negócios pode gerar é muitas vezes bem maior que de uma franquia. Caso entenda e encare o modelo como um negócio sério, poderá criar uma máquina geradora de renda residual que multiplicará e crescerá exponencialmente. E este é o objetivo e a meta de todos os profissionais sérios desta indústria, criar esta grande e sólida rede de distribuição de produtos e serviços, que irá gerar renda residual por um bom tempo mesmo após o término do desenvolvimento do negócio.
Fonte :

Fonte : Empresas S/A
11 de mar. de 2011
Especialista em Marketing Digital e E-commerce


Sandra Turchi 
Como você já notou seus clientes são diferentes, alguns consomem mais do que outros, ou consomem com maior frequência, sendo assim é crucial saber detectá-los claramente para conhecer melhor quem são os mais rentáveis e atendê-los de forma satisfatória, como também identificar futuros clientes que tenham esse mesmo perfil. Isso já era uma prática utilizada há tempos pelos experts em marketing direto e que também se aplica muito bem no universo digital.
(artigo para o Portal Mundo do Marketing)
Veja, o caso de campanhas de email marketing, tão utilizadas e tão lucrativas. Se a sua empresa disparar emails para todos terá alguns problemas: poderá ser acusada de Spammer, ou seja, um disparador de SPAMs, e poderá receber punições por isso (conheça as regras no site do CAPEM – código de auto-regulamentação do email marketing), poderá saturar sua base de contatos, oferecendo ofertas que não são do interesse deles e, além disso, você jogará dinheiro fora, pois custa mais caro alcançar milhares de pessoas que não são potenciais compradores dos seus produtos. Sendo assim, é melhor identificar os seus bons clientes e, a partir daí, os “prospects” corretos, ou seja pessoas que tenham um perfil próximo ao daqueles seus bons clientes e que terão, com isso, maiores chances de consumir os seus produtos ou serviços.
Para isso é fundamental a empresa construir sua própria base de clientes, pois auxiliará nas etapas de análise que virão a seguir. Se a empresa não conhecer quem são os seus clientes, quem os conhecerá? Portanto, mãos à obra, mesmo que você não disponha de boa tecnologia é possível iniciar com soluções caseiras mesmo, não importa. O que é inadmissível é sua empresa tratar sua base de clientes de forma displicente, pois ela é o bem mais valioso que possui, lembre-se disso!
Para tratamento posterior desses dados, de forma que se possam identificar novos clientes com o mesmo perfil dos “bons clientes”, baseado no seu histórico e fazer uma segmentação adequada há empresas que possuem sistemas específicos que poderão ajudá-lo a trazer muito mais inteligência ao seu negócio e às suas campanhas. São chamados “Marketing Services”, que entre outras atividades, executam essa tarefa de “prospecção” qualificada, pois se utilizam de uma série de estatísticas para definir apropriadamente esses grupos de consumo.
Outro caminho que cresce cada vez no marketing direto digital é o uso dos celulares, pois não há nada mais direto para alcançar determinado cliente do que esse meio. São diversas as possibilidades para se fazer mobile marketing, porém, esse tema será tratado em futuros artigos.
Além dessa preocupação com o tratamento dos dados, para que se possa ser mais assertivo nas campanhas, há alguns outros pontos que serão úteis. Dicas práticas: 1) encontre sua audiência – conforme descrito acima; 2) crie um sistema (ou use um que já existe) para se comunicar com ela de várias formas; 3) crie conteúdos novos e de grande valor, com foco no seu público-alvo e 4) mensure sempre os resultados, para aprimorar a cada nova campanha.
Com essas ações você terá maiores chances de gerar o tão visado “engajamento” dos seus clientes, que é esse envolvimento do consumidor com sua marca, esse alinhamento de interesses, essa proximidade, que faz com que os clientes além de consumirem os seus produtos passem também a indicar e até mesmo defender a sua empresa, quando preciso.
Claro que nada disso é simples e trivial, mas se sua empresa não começar, nunca poderá saber se traz resultados efetivos ou não!
Fonte
3 de mar. de 2011
Agora vamos falar do Trade marketing outra ferramenta essencial para manter relacionamento com clientes e canais de vendas.
O trade marketing é uma parte importante na estratégia de marketing das organizações que planejam maximizar a diferenciação dos seus produtos e serviços nos pontos-de-venda. É, consequentemente, uma disciplina de marketing que orienta o desenvolvimento das relações entre fabricantes e canais de venda, pelo entendimento das necessidades entre marcas, pontos-de-venda e consumidores.


O trade marketing analisa os hábitos e preferências dos consumidores para o sucesso das estratégias de marketing e vendas. Define quais canais de mídias serão utilizados, que produtos desenvolvidos e que canais de comercialização para atender as preferências de consumo do público-alvo.
O processo contínuo de fragmentação dos canais de mídias, somado a uma maior especialização dos canais de venda, num contexto no qual o consumidor está cada vez mais difícil de ser conquistado, criou um cenário de competição acirrada no qual as empresas lutam ferozmente por participação de mercado. Nesse cenário, continua sendo fundamental desenvolver marcas fortes que estabeleçam condições de enfrentamento da concorrência, dos canais de venda pela sua comercialização e, o mais importante, o share de preferência dos seus consumidores-alvo.
O trade marketing estabelece ainda, a necessidade de se adaptar produtos, logística e estratégias de marketing, de modo a conquistar o consumidor nos pontos-de-venda, com um modelo de parceria entre os fabricantes e seus canais de vendas.
 


Business to Business - B2B é o nome dado ao comércio associado a operações de compra e venda, de informações, de produtos e de serviços através da Internet ou através da utilização de redes privadas partilhadas entre duas empresas, substituindo assim os processos físicos que envolvem as transações comerciais. O B2B pode também ser definido como troca de mensagens estruturadas com outros parceiros comerciais a partir de redes privadas ou da Internet, para criar e transformar assim as suas relações de negócios.
A Internet tem revolucionado os negócios, desempenhando um papel fundamental na transformação do mundo em um enorme mercado global, criando assim uma "economia digital". E-Business começa a ser uma necessidade cada vez maior para as empresas se manterem competitivas na economia digital de hoje, deixando de ser uma mera questão de escolha. A Internet tem criado oportunidades para as empresas expandirem os seus mercados, reduzindo os custos, aumentando a eficiência e a satisfação dos clientes e colaborarando com os seus parceiros, bem como com os concorrentes. O comércio B2B é uma área em que tais empresas podem atingir tais níveis de eficiência. Para responder ao desafio da globalização do comércio eletrônico, as empresas precisam de um processo eficaz e eficiente que satisfaça os negócios da necessidade de comprar e vender produtos de forma mais econômica e eficaz.
Conseqüentemente, identificam-se, de entre vários, três grupos principais de portais B2B, a saber


Portais para colaboradores (intranet) – são portais em que a empresa promove a comunicação interna, i. e., para com os seus colaboradores e entre colaboradores. Estas redes são restritas aos colaboradores da empresa ou grupo de empresas, permitindo o acesso a um conjunto de recursos da rede interna dessa empresa ou grupo de empresas. Através destes portais é possível unir os colaboradores da empresa, independentemente do local físico onde se encontrem e, portanto, vencer as distâncias que os separem;

Portais para parceiros (extranet) – são portais em que se promovem as relações entre empresas (B2B) ou entre uma dada empresa e as empresas com quem ela pretendem manter relações. São, portanto, redes que unem a empresa e os seus parceiros de negócio, com o objectivo de promover a colaboração e a partilha de informação;
Portais de terceiros ou e-markeplaces – são plataformas de intermediação que promovem a união de várias organizações compradoras e vendedoras. A negociação de produtos e serviços tem como suporte a Internet, que facilita e promove a compra online, num ambiente de muitos compradores e muitos fornecedores e/ou em ambientes mais limitados e dependentes, também, das características monopolistas, oligopolistas ou abertas dos mercados de origem das ofertas e procuras.
21 de jan. de 2011
... O homem realizado não tem desejos de dentro, nem tem exigências de fora. Ele é prestativo em se dar e sincero em falar; Suave no conduzir; Poderoso no agir; Age com serenidade, por isto é incontaminável."
Tao Te King

Qual será o segredo do sucesso na gestão empresarial? O que fazer para manter uma equipe coesa e motivada para novas conquistas? Como construir um ambiente de trabalho acolhedor e produtivo?

Existem muitas etapas que precisam ser vencidas para que uma empresa possa triunfar nessa aldeia de competitividade global, onde o bom parece não ser mais tolerado, o ótimo é obrigação e o encantar, a maior cobiça. Mas, afinal de contas, diante destas necessidades, o que faz uma empresa ser grande? Sua estrutura física? O tamanho do investimento financeiro? O capital humano que ela possui? Encontrar respostas para essas e muitas outras perguntas é apenas o começo para as organizações cujo foco é prosperar.

“Os sonhos determinam o que você quer. A ação determina o que você conquista”.
Anônimo

O que podemos abstrair do cenário atual é que não basta atrair pessoas de talento. É preciso motivá-las, para que elas busquem os crescimentos profissional e pessoal. Se a empresa não dá bons exemplos, dificilmente alguém empunhará a bandeira em nome do investimento pessoal. O problema reside quando a organização não valoriza seus colaboradores (como, por exemplo, recursos insuficientes para treinamentos, a falta de incentivo à educação, formação ou informação), pois a mensagem subjacente será que preservar seu maior patrimônio, ou seja pessoas, não é relevante.

Portanto, o que esperar de uma instituição que não se importa com o que ela tem de melhor? Diante da ambigüidade da situação, nada de bom pode-se esperar, uma vez que a partir de então, o funcionário poderá pensar que zelar pela aparência do local de trabalho ou de sua aparência pessoal, da manutenção das instalações e dos equipamentos da empresa ou mesmo tratar bem os clientes, também, não importa muito.

“Ao optar por ser agradável e positivo no seu modo de tratar as pessoas, você está também, na maioria dos casos, escolhendo a maneira como será tratado por elas”.
Zig Ziglar

Ambiente assim precisa ser atenuado, pois é fértil para proliferação de chefes mandões, os quais acreditam que gerenciar é cobrar, dão bronca e chibatadas nos subordinados, como se a força dos músculos suplantasse o poder do cérebro. Como uma empresa pode prosperar quando seus colaboradores não são tratados com dignidade e respeito? Como você acha que um subordinado se sente quando é humilhado pelo chefe? O que esperar de um funcionário que chega tenso e desmotivado para trabalhar? Será que ele vai conseguir lidar bem com os clientes? Pode ser que, em algum dia no passado, a empresa pôde ignorar a qualidade do relacionamento de equipe, entretanto não creio ser o caso das organizações atuais, cujo objetivo é o sucesso.

Aliás, cabe enfatizar que as empresas atuantes no varejo devem ter maior preocupação com a qualidade da gestão de pessoas. Isto porque é a primeira vez na história que temos o varejo como principal elo da cadeia de consumo. Aprendemos, durante todo o século passado, que a indústria é quem dava as cartas no que se refere aos grandes volumes de faturamento, grandes ofertas de emprego, ótimos e inovadores produtos. Ou seja, parecia não precisar de nenhum esforço de vendas para chegar aos consumidores.

“Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível e de repente você estará fazendo o impossível”.
Francisco de Assis

Só que agora a banda, aparentemente, toca de forma diferente. Estamos vivenciando o momento do varejo, época de concorrência acirrada em todos os setores. Os métodos de produção enxuta já não são mais segredos, os preços dos produtos são similares, a qualidade dos bens está nivelado e o pós-venda já não é mais considerado diferencial competitivo.

É neste cenário inédito que as empresas do varejo parecem ditar as normas. O Walt Mart, por exemplo, contabiliza faturamento maior do que qualquer indústria, superior, inclusive, ao PIB de muitos países, como o do Brasil. Organizações como o Walt Mart podem determinar o que querem produzir, a que preço e onde seus pedidos devem ser entregues. Elas têm o mundo aos seus pés, pronto a atendê-las. A verdade é que o varejo nunca foi tão imponente no mundo dos negócios quanto tem sido nesta década.

Mas, afinal de contas, o que empresas como o Walt Mart estão fazendo para contabilizar tanto sucesso? Certamente, não foi uma única ação que as levaram ao atual patamar de realização. Contudo, parece que o desafio de interagir com pessoas, de forma pragmática, não tem sido um problema para elas, não é mesmo? Talvez aí esteja o verdadeiro diferencial competitivo das organizações vencedoras, as quais conseguem encantar os clientes e elevar a força de vendas a patamares que as blindam de concorrentes menos atentos.

Fonte :

Visitas

Postagens populares

Seguidores