14 de abr. de 2011

 Muito se fala sobre o consumidor emergente, mas poucas empresas conseguiram entender os seus valores, desejos e necessidades. A baixa renda não compra mais apenas o que é necessário, mas também mostra interesse em adquirir produtos e serviços aspiracionais. O que antes era um sonho distante passou a ser visto como uma meta ao alcance de todos e, por isso, o esforço para obter o desejado é maior. Esta é a oportunidade para as empresas que souberem direcionar seu foco para este público.



Mas, afinal, o que funciona para a classe C? Na hora de comprar, há características que não mudam. A principal é a preferência por produtos reconhecidos como de qualidade. Cada vez mais, o cliente da baixa renda é fiel a marcas que transmitam segurança, para não correr o risco de investir o orçamento apertado de forma errada. Para os emergentes, no entanto, consumir vai além. É sentir-se incluído, ter a chance de esquecer o passado de pobreza e vislumbrar um futuro promissor.
“Quando compra um computador, o consumidor emergente está dando para o filho a chance de ter uma vida melhor. Para a mulher, o investimento em produtos de beleza aumenta a possibilidade de dar certo no mercado profissional. Os momentos de consumo são momentos de celebração”, explica Renato Meirelles, sócio-diretor do instituto de pesquisas Data Popular.
Compras compartilhadas
Conquistar este cliente não é fácil. É necessário entrar no universo da baixa renda, entender seus valores e falar sua língua. Há particularidades da base da pirâmide que as companhias precisam aprender para desenvolver sua estratégia de forma adequada. Uma delas é o hábito de compra compartilhada. Mais do que qualquer outro consumidor, o emergente costuma se juntar a parentes e amigos para conseguir preços mais baixos, seja no supermercado atacadista ou na loja de material escolar.
De acordo com um levantamento do Data Popular, 39% dos entrevistados das classes C e D participaram de alguma compra compartilhada no período de um mês, enquanto na AB o número cai para 10%. O resultado representa uma chance para os sites de compra coletiva que desejam atrair estes consumidores, cada vez mais conectados.
Outra característica presente no comportamento de compra da base da pirâmide é a propensão a contratos informais. Ainda de acordo com a pesquisa, 47% dos consumidores das classes C e D emprestaram o cartão de crédito para amigos ou parentes. Na classe AB, esse número cai para apenas 3%. Já o hábito de comprar fiado é comum para 72% das classes C e D, contra 6% da AB.
Fonte: exame.abril

O ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves, defendeu nesta quinta-feira (14) a substituição do fator previdenciário por uma outra forma de cálculo para a concessão de aposentadorias. Segundo ele, não há no governo uma definição sobre mudanças no fator previdenciário.
“O governo ainda não tem uma conclusão, um projeto que leve a essa alternativa tendo em vista que o fator previdenciário representa um ganho de R$ 10 bilhões. Eu acredito que exista alternativa que poupe mais o previdenciário desse sacrifício, que represente o fator, que além do mais, não é muito transparente”, disse.
Para o ministro, o fator previdenciário "não pode ser substituído simplesmente". Segundo ele, é preciso "achar uma alternativa melhor.
O fator previdenciário reduz o valor do benefício de quem se aposenta por tempo de contribuição antes de atingir 65 anos, no caso de homens, ou 60, no caso das mulheres. O tempo mínimo de contribuição para aposentadoria é de 35 anos para homens e 30 para mulheres. Segundo Garibaldi, o fator é visto como “maldito” pela  maioria dos aposentados.

Expansão
Garibaldi Alves afirmou que o plano de expansão de agências da Previdência não deve ser prejudicado pelos cortes no orçamento. "Estamos procurando encontrar para a Previdência uma situação que nos poupe de um corte mais severo em relação ao plano de expansão [de agências]", disse.
"Houve um corte geral nos nossos recursos e precisamos fazer com que o corte atinja mais [despesas de] custeio do que o investimento, mesmo sabendo que para montar as agências, equipá-las, você tem que recorrer ao custeio. Eu diria que a Previdência vai ser poupada e eu acredito na sensibilidade da presidente Dilma Rousseff", afirmou.
"Acredito também que a Previdência, como fator de grande inclusão social, não deixará de ter essas novas agências", disse. De acordo com o minstro, a meta do governo é construir 720 novas agências. "Pretendemos chegar a 720 novas agências. Vamos fazer todos os esforços para chegar a essa meta ambiciosa".
O ministro falou ainda sobre a formalização de mais de um milhão de empreendedores individuais no Brasil. Segundo ele, o governo tem como meta formalizar mais 500 mil empreendedores individuais. Garibaldi disse que o governo vai continuar a divulgar para os trabalhadores as vantagens de integrar o mercado formal.
Fonte : g1.globo
11 de abr. de 2011

“Sou empresário do ramo da gastronomia desde 1997. Hoje sou dono do Bar Coronel Mostarda, um dos mais tradicionais de Campinas. Nunca pensei em investir no ramo de pilhas, até que um amigo veio com a ideia e me convidou para ser sócio. Só topei após encomendar uma pesquisa da Nielsen e verificar que havia espaço no mercado para um produto de qualidade a preço acessível. O investimento inicial foi de R$ 400 mil. Não tenho como concorrer com as multinacionais em termos de marketing. Por isso, temos uma estrutura superenxuta, com dez funcionários diretos e 35 representantes. A marca é nossa, mas as pilhas vêm da China. Assim, levamos ao consumidor um produto de durabilidade semelhante aos líderes de mercado com um preço entre 30% e 50% inferior. Resolvemos entrar primeiro no mercado nordestino, que cresce muito e tem menos concorrentes. A experiência deu certo e hoje já estamos em 11 estados, incluindo São Paulo e toda a região Sul. Fechamos 2010 com mais de 2,5 milhões de unidades importadas e R$ 2,5 milhões de faturamento. Em 2011, a meta é vender 25% a mais. O setor de pilhas fatura R$ 1 bilhão por ano no Brasil. Meu objetivo é conquistar, no longo prazo, 3% a 5% desse bolo. Certamente valeu muito a pena investir em um mercado que era desconhecido para mim.”
Fonte :revistapegn
8 de abr. de 2011
A princípio, o ministro informara que o IOF seria de 1,5% ao mês. Em seguida, ele corrigiu a informação e afirmou que a elevação seria de 1,5 ponto percentual, levando a taxa para 3%. Mais tarde, o Ministério da Fazenda corrigiu a informação e afirmou que a taxa é anual, e não mensal. No começo da noite, o Ministério também informou que, diferentemente do que havia dito o ministro Mantega, os financiamentos imobiliários não serão afetados por esta medida.


O objetivo da alta do IOF, segundo Mantega, é “moderar o consumo” e conter a alta da inflação, que chegou a 6,3% no acumulado em 12 meses até março e já ameaça ultrapassar a meta do governo. "Essa medida vai nos ajudar a levar a inflação para um patamar mais adequado", afirmou.

O ministro negou, no entanto, que a inflação esteja fora de controle: “a inflação não está fora de controle. Esperamos que este ano ela feche acima do centro da meta (de 4,5%), mas abaixo do resultado do ano passado”. Segundo ele, a estimativa do Banco Central para este ano é de uma inflação de 5,6%.

A expectativa do ministro é que, nos próximos dois meses, a inflação já esteja se aproximando de um patamar mais adequado. "Se for necessário, novas medidas serão tomadas", disse Mantega sem, no entanto, adiantar quais seriam essas medidas.
Ele reforçou apenas que o Ministério da Fazenda está "sintonizado" com o BC e que ambos trabalham juntos para controlar a inflação. "O Banco Central tem um arsenal de medidas."

Mantega destacou que não é só o Brasil que está sofrendo com a alta da inflação e criticou a política monetária de outros países. O cenário externo, segundo ele, é de uma inflação mundial pressionada pela alta do petróleo e pela alta das commodities, e “vários países têm uma política monetária expansionista. Tem gente emitindo moeda num ritmo exagerado”.

Segundo o ministro, quem mais sofre os impactos dessa alta da inflação "são os países emergentes". Além do cenário externo, ele reforçou que o regime de chuvas prolongado puxou a alta dos preços de alimentos, fazendo com que, em março, o IPCA fosse um pouco mais elevado.
fonte :
7 de abr. de 2011


Empresa de sucesso e aquela que valoriza o material humano e cada vez a grandes empresas estão com essa visão de primeiro tornar seu empregados em colaboradores e depois  transformar funcionário em  contribuinte dos valores organizacionais, disseminando idéias inovadora para que a empresa se torne líder de mercado.

Liderar mercado não é uma tarefa fácil porque envolve pesquisa,aceitação de produto , Pos venda eficiente , funcionário capacitado pessoas motivada , para desenvolver serviços e produto afim de superar as expectativas do consumidor. Para tanto as empresas que tem visão de futuro cria planos  de carreira ,da  promoção , incentivo aos estudo,treinamento e capacitação dos profissionais com uma única finalidade , estabelecer um grau de satisfação elevado ao seu cliente interno.

O resultado dessa ação e liderança de mercado combinando todos esses fatores e outros preexistente , vai gerar um diferencial competitivo tão grande que a empresa vai vender sem precisar  de muito esforços.
 
Espero que essa idéia inicial seja útil a você empreendedores e formadores de opinião, se alguém quiser comentar trocar idéia acerca do assunto coloque um comentário acima da nossa postagem tem a opção de comentar fiquem à-vontade o blog e todo seu.
bjos agradeço pela visita  
5 de abr. de 2011


Murilo Ferreira  Pode ser o novo presidente da Valepar ele já foi indicado pelos acionistas e agora precisa passar pelo conselho para receber o titulo de presidente.
Todos os processos de escolhas  tem um padrão de conformidade com as normas e estatutos do valepar

Segundo fonte da própria vale o Murilo não deixa de ser supressa pois ela já comandou a vale no período de 10 anos entre 1998 a 2008.o que mais causou impacto perante alguns acionista minoritário, por que a empresa tem pessoas de maiores influencia no planalto um deles era o Jose Carlos Martins, considerando que Tito era a primeira pessoa indicada para assumir a presidência.
Mas o jargão do Murilo ferreira atendeu requisitos universais,tendo em vista o peso que ele terá para ter uma postura bastante ofensiva e conduzir a valepar inclusive atendendo alguns pedidos do governo.

O Financial Times ameaçou abandonar a venda de conteúdo digital para o tablet iPad por divergir da Apple quanto à forma de comercialização das assinaturas. Nesta segunda-feira, representantes do jornal – com sede no Reino Unido – disseram que a intenção da empresa é continuar vendendo assinaturas para sua versão digital para iPad diretamente aos leitores. A estratégia vai contra a orientação da Apple para que todo o relacionamento com os clientes seja feito através de sua loja de aplicativos, a App Store.
"Não queremos perder nosso relacionamento direto com os assinantes. Esse é o cerne de nosso modelo de negócios", disse Rob Grinshaw, diretor executivo do site FT.com, em entrevista à agência de notícias Reuters. Apesar de esperar um resultado positivo das negociações com a empresa de Steve Jobs, ele fez questão de lembrar que a distribuição do jornal pelo tablet não é a única opção disponível. "Se um canal não combina com o nosso modo de fazer negócios, existem muitos outros disponíveis para nós".


Após o lançamento do The Daily, o primeiro jornal exclusivo para tablets, a Apple decidiu lançar um novo modelo de regras para a assinatura de conteúdo digital – como jornais, revistas, filmes e músicas. O ponto principal do documento é a forma de divisão dos lucros entre o desenvolvedor, o dono do conteúdo, e o revendedor, no caso, a loja virtual da Apple, a App Store. “Nossa filosofia é simples. Quando a Apple traz um novo consumidor para o aplicativo, ficamos com 30% do valor. Se o desenvolvedor trouxer o cliente, ele fica com 100%”, disse Steve Jobs, CEO da empresa, em fevereiro de 2011. A companhia não proíbe a venda de assinaturas fora de seu ambiente virtual, mas incentiva “que os responsáveis pelas publicações façam ofertas iguais ou melhores dentro dos aplicativos". "Assim, os consumidores poderão fazer a assinatura com apenas um clique”, afirmou o executivo.
Além do controle sobre a divisão dos lucros, a venda de assinaturas de conteúdo digital via App Store dá à Apple acesso à base de dados dos assinantes, o que o Financial Times pretende proteger. O Financial Times atribui grande valor ao seu relacionamento direto com os clientes, o que permite a personalização de publicidade e produtos para sua audiência. Por esse motivo, a publicação vem resistindo aos esforços da Apple para canalizar o processo de assinatura via App Store. Hoje, o número de assinantes pagos de sua versão digital – incluindo iPad e sites – chega a 590.000, contra os 440.000 da versão em papel.
 

O pessoal da Financial Times esta com toda razão ate porque os administradores da Aplle estão fazendo algumas manobras e se esquivando para não dividir o lucro, criando estratégia paralela afim de se fortalecer.
Vale a pena ressaltar a importância do relacionamento com clientes e isso que esta pesando por que a empresa que oferece o conteúdo esta insatisfeita com o modelo de negocio apresentado e diluído pela Apple e notório que a insatisfação esteja dominando os executivo da empresa.
Fonte :Veja 
Considerações:Empresa S/A

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