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10 de jun. de 2011
Segundo estatística do IBGE As vendas nos setores de veículos e motos, partes e peças um crescimento significativo outros artigos de uso pessoal e doméstico, artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos, sendo que a media de crescimento para cada setor foi de 1,7% e material de construção (0,2%) e hipermercados, supermercados, produtos alimentícios.
O mesmo desempenho não aconteceram nos setores de combustíveis, papelaria, bebidas, fumo e lubrificantes; livros, jornais, revistas e tecidos, vestuário e calçados equipamentos e, informática e comunicação, material para escritório. Tiveram uma redução media de – 3,2% o crescimento e explicado pelo aumento do emprego, e a queda pelas medidas macroeconômica adotada pelo mesmo.
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Segundo estatística do IBGE As vendas nos setores de veículos e motos, partes e peças um crescimento significativo outros artigos de uso pessoal e doméstico, artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos, sendo que a media de crescimento para cada setor foi de 1,7% e material de construção (0,2%) e hipermercados, supermercados, produtos alimentícios.
O mesmo desempenho não aconteceram nos setores de combustíveis, papelaria, bebidas, fumo e lubrificantes; livros, jornais, revistas e tecidos, vestuário e calçados equipamentos e, informática e comunicação, material para escritório. Tiveram uma redução media de – 3,2% o crescimento e explicado pelo aumento do emprego, e a queda pelas medidas macroeconômica adotada pelo mesmo.
3 de jun. de 2011
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O ministro afirma que por enquanto não haverá mais medidas macro prudenciais para redução de credito pois esse tipo de situação já foi definida no final do ano passado.
Contudo o ministro ainda afirmou que o Brasil esta tomando um certo cuidado para entrada de capital externo.
No primeiro trimestre o pais deve grandes destaques para agricultura e a industria de transformação que cresceu cerca de 2,8% em contra partida o setor de serviços apresentaram um crescimento aquém do esperado, mais a desaceleração do setor deve uma explicação, foi justamente a contenção de credito e a acomodação da economia brasileira
Contudo o ministro ainda afirmou que o Brasil esta tomando um certo cuidado para entrada de capital externo.
No primeiro trimestre o pais deve grandes destaques para agricultura e a industria de transformação que cresceu cerca de 2,8% em contra partida o setor de serviços apresentaram um crescimento aquém do esperado, mais a desaceleração do setor deve uma explicação, foi justamente a contenção de credito e a acomodação da economia brasileira
27 de abr. de 2011
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A importante participação das micro e pequenas empresas na economia está estampada na sua representação em 20% do PIB nacional. As empresas de micro e pequeno porte correspondem em mais de 99% dos 5,8 milhões de negócios e empregam mais da metade dos trabalhadores com carteira assinada do país.
É impossível pensar no desenvolvimento pleno do Brasil sem a presença das MPEs. O comércio varejista, que em sua imensa maioria é formado pelas MPEs, necessita de políticas públicas e legislações voltadas ao fortalecimento deste importante setor.
Há muito tempo a CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas), entidade que representa 27 Federações estaduais, 1.587 Câmaras de Dirigentes Lojistas e mais de 780 mil pontos de venda associados, vem reivindicando mudanças urgentes na Lei Geral.
No ano passado, deu entrada na Câmara dos Deputados, de autoria do então Deputado Federal Cláudio Vignatti (PT/SC), o Projeto de Lei Complementar nº 591/2010 que altera a Lei Complementar nº 123/06.
Há muito tempo a CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas), entidade que representa 27 Federações estaduais, 1.587 Câmaras de Dirigentes Lojistas e mais de 780 mil pontos de venda associados, vem reivindicando mudanças urgentes na Lei Geral.
No ano passado, deu entrada na Câmara dos Deputados, de autoria do então Deputado Federal Cláudio Vignatti (PT/SC), o Projeto de Lei Complementar nº 591/2010 que altera a Lei Complementar nº 123/06.
Dentre as mudanças propostas no projeto, está a ampliação do teto da receita bruta anual das empresas para inclusão no Simples Nacional. Na proposta, o limite de faturamento bruto anual da microempresa passará dos atuais R$ 240 mil para R$ 360 mil, e da empresa de pequeno porte de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões.
No caso do Empreendedor Individual, que este mês chegou ao número de 1 milhão de empreendedores, está previsto o impedimento de cobrança do registro, dentre outras ações. As inovações envolvem ainda a inclusão de novas categorias econômicas no Simples Nacional, o fim da cobrança antecipada do ICMS nas divisas estaduais, e via substituição tributária, para as empresas do Simples Nacional.
Com a anunciada criação da Secretaria das Micro e Pequenas Empresas, que terá status de Ministério, e com o prosseguimento da Frente Parlamentar Mista do Comércio Varejista do Congresso Nacional, atuando ao lado da Frente Parlamentar das MPEs, do sistema CNDL, composto pela CNDL, pelas Federações e pelas Câmaras de Dirigentes Lojistas, do SEBRAE, e das demais entidades associativas, acreditamos que o momento é favorável.
Esperamos agora, que o Congresso acelere a tramitação da matéria na Casa legislativa para a pronta aprovação das mudanças, afastando o temor de ficarmos mais um ano sem ações efetivas e práticas em favor das MPEs.
No caso do Empreendedor Individual, que este mês chegou ao número de 1 milhão de empreendedores, está previsto o impedimento de cobrança do registro, dentre outras ações. As inovações envolvem ainda a inclusão de novas categorias econômicas no Simples Nacional, o fim da cobrança antecipada do ICMS nas divisas estaduais, e via substituição tributária, para as empresas do Simples Nacional.
Com a anunciada criação da Secretaria das Micro e Pequenas Empresas, que terá status de Ministério, e com o prosseguimento da Frente Parlamentar Mista do Comércio Varejista do Congresso Nacional, atuando ao lado da Frente Parlamentar das MPEs, do sistema CNDL, composto pela CNDL, pelas Federações e pelas Câmaras de Dirigentes Lojistas, do SEBRAE, e das demais entidades associativas, acreditamos que o momento é favorável.
Esperamos agora, que o Congresso acelere a tramitação da matéria na Casa legislativa para a pronta aprovação das mudanças, afastando o temor de ficarmos mais um ano sem ações efetivas e práticas em favor das MPEs.
9 de mar. de 2011
O mercado financeiro estimou, na última semana, por meio do relatório de mercado, também conhecido como Focus - documento que é fruto de pesquisa com analistas de bancos, que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2011 deverá fechar em 5,78%. No boletim anterior, a previsão fora de 5,80%. Nas 12 semanas anteriores, a estimativa da inflação só aumentava.
De acordo com o boletim, divulgado pelo Banco Central nesta quarta-feira (9), para 2012, a estimativa do mercado para o IPCA subiu para 4,80%, acima da previsão de 4,78% da semana anterior. As projeções do mercado foram coletadas na mesma semana em que o Comitê de Política Monetária do Banco Central elevou a Selic em 0,50 ponto percentual, para 11,75%.
Para a Selic, a projeção do mercado se manteve em 12,50% para o final de 2011 e em 11,25% para o final de 2012.
PIB Fonte : G1
Já a estimativa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano foi reduzida de 4,30%, no último boletim, para 4,29%. Para 2012, a projeção foi mantida em 4,5%.
A estimativa para o câmbio no final do ano se manteve em R$ 1,70, mas a projeção para o final de 2012 foi reduzida de R$ 1,79 para R$ 1,77.
Boa esses projeções o mercado cada vez mais crescente isso tudo por conseqüência de medida que liberam e fortalecem a economia.
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O mercado financeiro estimou, na última semana, por meio do relatório de mercado, também conhecido como Focus - documento que é fruto de pesquisa com analistas de bancos, que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2011 deverá fechar em 5,78%. No boletim anterior, a previsão fora de 5,80%. Nas 12 semanas anteriores, a estimativa da inflação só aumentava.
De acordo com o boletim, divulgado pelo Banco Central nesta quarta-feira (9), para 2012, a estimativa do mercado para o IPCA subiu para 4,80%, acima da previsão de 4,78% da semana anterior. As projeções do mercado foram coletadas na mesma semana em que o Comitê de Política Monetária do Banco Central elevou a Selic em 0,50 ponto percentual, para 11,75%.
Para a Selic, a projeção do mercado se manteve em 12,50% para o final de 2011 e em 11,25% para o final de 2012.
PIB Fonte : G1
Já a estimativa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano foi reduzida de 4,30%, no último boletim, para 4,29%. Para 2012, a projeção foi mantida em 4,5%.
A estimativa para o câmbio no final do ano se manteve em R$ 1,70, mas a projeção para o final de 2012 foi reduzida de R$ 1,79 para R$ 1,77.
Boa esses projeções o mercado cada vez mais crescente isso tudo por conseqüência de medida que liberam e fortalecem a economia.
3 de mar. de 2011
Business to Business - B2B é o nome dado ao comércio associado a operações de compra e venda, de informações, de produtos e de serviços através da Internet ou através da utilização de redes privadas partilhadas entre duas empresas, substituindo assim os processos físicos que envolvem as transações comerciais. O B2B pode também ser definido como troca de mensagens estruturadas com outros parceiros comerciais a partir de redes privadas ou da Internet, para criar e transformar assim as suas relações de negócios.
A Internet tem revolucionado os negócios, desempenhando um papel fundamental na transformação do mundo em um enorme mercado global, criando assim uma "economia digital". E-Business começa a ser uma necessidade cada vez maior para as empresas se manterem competitivas na economia digital de hoje, deixando de ser uma mera questão de escolha. A Internet tem criado oportunidades para as empresas expandirem os seus mercados, reduzindo os custos, aumentando a eficiência e a satisfação dos clientes e colaborarando com os seus parceiros, bem como com os concorrentes. O comércio B2B é uma área em que tais empresas podem atingir tais níveis de eficiência. Para responder ao desafio da globalização do comércio eletrônico, as empresas precisam de um processo eficaz e eficiente que satisfaça os negócios da necessidade de comprar e vender produtos de forma mais econômica e eficaz.
Conseqüentemente, identificam-se, de entre vários, três grupos principais de portais B2B, a saber
Portais para colaboradores (intranet) – são portais em que a empresa promove a comunicação interna, i. e., para com os seus colaboradores e entre colaboradores. Estas redes são restritas aos colaboradores da empresa ou grupo de empresas, permitindo o acesso a um conjunto de recursos da rede interna dessa empresa ou grupo de empresas. Através destes portais é possível unir os colaboradores da empresa, independentemente do local físico onde se encontrem e, portanto, vencer as distâncias que os separem;
Portais para parceiros (extranet) – são portais em que se promovem as relações entre empresas (B2B) ou entre uma dada empresa e as empresas com quem ela pretendem manter relações. São, portanto, redes que unem a empresa e os seus parceiros de negócio, com o objectivo de promover a colaboração e a partilha de informação;
Portais de terceiros ou e-markeplaces – são plataformas de intermediação que promovem a união de várias organizações compradoras e vendedoras. A negociação de produtos e serviços tem como suporte a Internet, que facilita e promove a compra online, num ambiente de muitos compradores e muitos fornecedores e/ou em ambientes mais limitados e dependentes, também, das características monopolistas, oligopolistas ou abertas dos mercados de origem das ofertas e procuras.
Escrito por: Sr. Finanças |
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Business to Business - B2B é o nome dado ao comércio associado a operações de compra e venda, de informações, de produtos e de serviços através da Internet ou através da utilização de redes privadas partilhadas entre duas empresas, substituindo assim os processos físicos que envolvem as transações comerciais. O B2B pode também ser definido como troca de mensagens estruturadas com outros parceiros comerciais a partir de redes privadas ou da Internet, para criar e transformar assim as suas relações de negócios.
A Internet tem revolucionado os negócios, desempenhando um papel fundamental na transformação do mundo em um enorme mercado global, criando assim uma "economia digital". E-Business começa a ser uma necessidade cada vez maior para as empresas se manterem competitivas na economia digital de hoje, deixando de ser uma mera questão de escolha. A Internet tem criado oportunidades para as empresas expandirem os seus mercados, reduzindo os custos, aumentando a eficiência e a satisfação dos clientes e colaborarando com os seus parceiros, bem como com os concorrentes. O comércio B2B é uma área em que tais empresas podem atingir tais níveis de eficiência. Para responder ao desafio da globalização do comércio eletrônico, as empresas precisam de um processo eficaz e eficiente que satisfaça os negócios da necessidade de comprar e vender produtos de forma mais econômica e eficaz.
Conseqüentemente, identificam-se, de entre vários, três grupos principais de portais B2B, a saber
Portais para colaboradores (intranet) – são portais em que a empresa promove a comunicação interna, i. e., para com os seus colaboradores e entre colaboradores. Estas redes são restritas aos colaboradores da empresa ou grupo de empresas, permitindo o acesso a um conjunto de recursos da rede interna dessa empresa ou grupo de empresas. Através destes portais é possível unir os colaboradores da empresa, independentemente do local físico onde se encontrem e, portanto, vencer as distâncias que os separem;
Portais para parceiros (extranet) – são portais em que se promovem as relações entre empresas (B2B) ou entre uma dada empresa e as empresas com quem ela pretendem manter relações. São, portanto, redes que unem a empresa e os seus parceiros de negócio, com o objectivo de promover a colaboração e a partilha de informação;
Portais de terceiros ou e-markeplaces – são plataformas de intermediação que promovem a união de várias organizações compradoras e vendedoras. A negociação de produtos e serviços tem como suporte a Internet, que facilita e promove a compra online, num ambiente de muitos compradores e muitos fornecedores e/ou em ambientes mais limitados e dependentes, também, das características monopolistas, oligopolistas ou abertas dos mercados de origem das ofertas e procuras.
1 de mar. de 2011
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Essas medidas servem para conter os maiores gastos públicos , ou seja vai sobrar dinheiro para teoricamente eles investirem em outros projeto ou criar um novo com a cara da Dilma Rousseff, cada área pela qual o governo exerce poder houve grande corte.
Do anunciado pacote de contenção de despesas de R$ 50,1 bilhões no Orçamento de 2011 o governo só cortará 'na carne' R$ 13 bilhões, dos quais R$ 3,4 são investimentos. O restante do ajuste o governo pretende fazer à custa de combate a fraudes, do adiamento do pagamento de sentenças judiciais e de reestimativas. É o que revelam os dados divulgados ontem pelos ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Miriam Belchior. Ao contrário do anunciado, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) foi cortado, com a redução de R$ 5,1 bilhões no Minha Casa Minha Vida - que tecnicamente faz parte do PAC.
Um exemplo de ministério que vai ter redução real de despesas é o da Defesa. A secretária de Orçamento Federal, Célia Corrêa, disse que terão de ser renegociados contratos para a aquisição de helicópteros russos, submarino francês e aviões cargueiros da Embraer. Além disso, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, avisou que não há recursos para comprar caças este ano.
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, sustentou outra versão. Afirmou ontem que o corte no orçamento de sua pasta não deverá atingir projetos como o do submarino nuclear e a concorrência internacional para equipar a Força Aérea com novos caças. Segundo Jobim, o corte de 27% não deve impedir que o acordo para a compra dos caças para a FAB seja fechado este ano, mas os gastos só ocorreriam a partir de 2012.
O corte de despesas pretendido pelo governo era de R$ 50,1 bilhões, mas a redução de gastos anunciada ontem foi de R$ 53,6 bilhões, para compensar dispêndios não previstos de R$ 3,5 bilhões. Mas a radiografia dessa numeralha mostra que a tesoura do da equipe econômica não foi fundo no corte de gastos.
Fonte : MSN e Tecmon
Do anunciado pacote de contenção de despesas de R$ 50,1 bilhões no Orçamento de 2011 o governo só cortará 'na carne' R$ 13 bilhões, dos quais R$ 3,4 são investimentos. O restante do ajuste o governo pretende fazer à custa de combate a fraudes, do adiamento do pagamento de sentenças judiciais e de reestimativas. É o que revelam os dados divulgados ontem pelos ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Miriam Belchior. Ao contrário do anunciado, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) foi cortado, com a redução de R$ 5,1 bilhões no Minha Casa Minha Vida - que tecnicamente faz parte do PAC.
Um exemplo de ministério que vai ter redução real de despesas é o da Defesa. A secretária de Orçamento Federal, Célia Corrêa, disse que terão de ser renegociados contratos para a aquisição de helicópteros russos, submarino francês e aviões cargueiros da Embraer. Além disso, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, avisou que não há recursos para comprar caças este ano.O ministro da Defesa, Nelson Jobim, sustentou outra versão. Afirmou ontem que o corte no orçamento de sua pasta não deverá atingir projetos como o do submarino nuclear e a concorrência internacional para equipar a Força Aérea com novos caças. Segundo Jobim, o corte de 27% não deve impedir que o acordo para a compra dos caças para a FAB seja fechado este ano, mas os gastos só ocorreriam a partir de 2012.
O corte de despesas pretendido pelo governo era de R$ 50,1 bilhões, mas a redução de gastos anunciada ontem foi de R$ 53,6 bilhões, para compensar dispêndios não previstos de R$ 3,5 bilhões. Mas a radiografia dessa numeralha mostra que a tesoura do da equipe econômica não foi fundo no corte de gastos.
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