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15 de jun. de 2011
Tornar seu produto conhecido as vezes requer altos investimentos, sobre tudo quando falamos em aparecer nas grandes mídias, ou em horários nobres, mesmo assim as grandes empresas investem pesados na mídia de massa porque o retorno a curto prazo é imediato.
Contudo identificamos a mídia social como uma ferramenta do século XXI, pois as barreiras foram quebradas, e as pessoas passam maior parte do seu tempo conectados a alguma rede social, sendo assim as oportunidades começam a surgir e muitas empresas ofertam produtos e serviço pela Internet.
Embora as desconfianças seja um dos empecilhos,mais freqüentes, o poder do marketing na internet tem mudado a filosofia de muitas empresas, pois ela bem usado pode se tornar uma grande parceira, na melhoria da imagem perante a sociedade, as tornando mais próxima das pessoas.
Ai surge o marketing viral, que chamamos de uma epidemia, e como se fosse espalhar um vírus. E o vírus que se espalha é o conceito do produto, da marca, e as pessoas contam a novidade para seus amigos, e seus amigos espalha para seus amigos, a noticia se espalhou e o cliente se vê na possibilidade de fazer aquisição do produto ou serviço, mais para chegar ate esse ponto e preciso ter, bom senso, competência e acima de tudo criatividade, pois convencer pessoa através do marketing viral requer afinidade com o publico alvo.
Escrito por: Sr. Finanças |
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Tornar seu produto conhecido as vezes requer altos investimentos, sobre tudo quando falamos em aparecer nas grandes mídias, ou em horários nobres, mesmo assim as grandes empresas investem pesados na mídia de massa porque o retorno a curto prazo é imediato.
Contudo identificamos a mídia social como uma ferramenta do século XXI, pois as barreiras foram quebradas, e as pessoas passam maior parte do seu tempo conectados a alguma rede social, sendo assim as oportunidades começam a surgir e muitas empresas ofertam produtos e serviço pela Internet.
Embora as desconfianças seja um dos empecilhos,mais freqüentes, o poder do marketing na internet tem mudado a filosofia de muitas empresas, pois ela bem usado pode se tornar uma grande parceira, na melhoria da imagem perante a sociedade, as tornando mais próxima das pessoas.
Ai surge o marketing viral, que chamamos de uma epidemia, e como se fosse espalhar um vírus. E o vírus que se espalha é o conceito do produto, da marca, e as pessoas contam a novidade para seus amigos, e seus amigos espalha para seus amigos, a noticia se espalhou e o cliente se vê na possibilidade de fazer aquisição do produto ou serviço, mais para chegar ate esse ponto e preciso ter, bom senso, competência e acima de tudo criatividade, pois convencer pessoa através do marketing viral requer afinidade com o publico alvo.
4 de abr. de 2011
Escrito por: Sr. Finanças |
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Como sempre acontece os políticos sempre querem tirar uma casquinha , considerando essas medidas só serve para atrasar o desenvolvimento do pais tendo em vista o uso e abuso da lei para seu próprio proveito e realização pessoal,não exercendo a função que lhe foi dada de criar,julgar e executar leis que traga beneficio para a sociedade.
A internet é único meio onde as pessoas compram com comodidade, e sem custo muito alto, as lojas virtuais investem nessa ferramenta afim de oferecer ao consumidor opções de produto relativamente acessíveis.Já que com essa medida os preços tendem a se igualar com aqueles vendidas em lojas físicas. Quais seriam as vantagens de vender pela internet ?
Será que vão cobrar o ICMS de pessoa Física Também ?
Não duvido nada, daqui uns dias acredito que sim, eles querem aumentar as suas fortunas.
Na verdade o que eles deveriam fazer é fiscalizar com intensidade as falsas empresas, e pessoas que utiliza informações de clientes,para fazer transações com cartões de credito, fazer clonagem com os dados dos clientes e etc... Mais isso não acontece e quando e constatado que uma desses crimes ocorreu pela internet, ai começa um jogo de empurra liderado pela burocracia e negligencia da falta de leis que não protege o consumidor
Por que não criar medidas que contenha a proliferação de crimes a partir da internet ?
1 de abr. de 2011
A ideia é inovadora e tem potencial. Na hora de fazer as contas para saber quanto custa tirá-la do papel, porém, a coisa muda de figura. Realizar o sonho de empreender esbarra em questões burocráticas e, principalmente, financeiras, que inibem o voo de muitos ex-futuros-empresários com projetos promissores.
As questões que surgem logo de cara parecem complexas demais para o iniciante. Qual a quantia necessária para abrir a empresa e mantê-la funcionando até obter lucro? Como conseguir crédito mais barato? O que fazer para não errar na hora de aplicar o capital? Em geral, são fatores diretamente relacionados a dinheiro que abatem o ânimo de muitos empreendedores em potencial.
“As pessoas têm medo de investir as economias, não ter sucesso e se endividar. Por isso, boa parte das ideias que poderiam originar novas empresas fica apenas na imaginação”, diz Enio Pinto, gerente da Unidade de Atendimento Individual do Sebrae.
De fato, até há bem pouco tempo, montar uma empresa com o dinheiro contado era missão quase impossível. Porém, com o avanço da tecnologia, esse cenário mudou. Hoje já é possível recrutar on-line, fazer reuniões sem sair do escritório e fidelizar clientes pelas redes sociais sem desembolsar nenhum centavo. “A internet, aliada a estratégias criativas, impulsiona o empreendedorismo”, afirma Carlos Sampaio, coordenador de suporte do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR). Pequenas Empresas & Grandes Negócios ouviu especialistas de diversos setores e elaborou 40 dicas para ajudá-lo a cortar despesas antes mesmo de abrir as portas.
Confira a seguir as estratégias que vão fazer sua start-up decolar.
Leia Mais
Fonte :Revista Globo
Considerações :Empresa S/A
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Como o nosso blog e mencionar tudo relacionado a empresa, navegando na internet como e de costume , achei um noticiário bastante interessante, para tantos aqueles que deseja abrir seu próprio negocio quanto para aqueles que já estão sendo seus próprio patrão, a idéia e ótima e nos da alguma dica de como abrir o negocio sem ter muito custo , utilizando a Internet como uma das principais ferramentas para que possamos tomar decisões sem sair do escritório ou de casa, disseminando a idéia de contenção de gasto, proporcionando maior equilibro financeiro para a empresa.
A ideia é inovadora e tem potencial. Na hora de fazer as contas para saber quanto custa tirá-la do papel, porém, a coisa muda de figura. Realizar o sonho de empreender esbarra em questões burocráticas e, principalmente, financeiras, que inibem o voo de muitos ex-futuros-empresários com projetos promissores.
As questões que surgem logo de cara parecem complexas demais para o iniciante. Qual a quantia necessária para abrir a empresa e mantê-la funcionando até obter lucro? Como conseguir crédito mais barato? O que fazer para não errar na hora de aplicar o capital? Em geral, são fatores diretamente relacionados a dinheiro que abatem o ânimo de muitos empreendedores em potencial.
“As pessoas têm medo de investir as economias, não ter sucesso e se endividar. Por isso, boa parte das ideias que poderiam originar novas empresas fica apenas na imaginação”, diz Enio Pinto, gerente da Unidade de Atendimento Individual do Sebrae.
De fato, até há bem pouco tempo, montar uma empresa com o dinheiro contado era missão quase impossível. Porém, com o avanço da tecnologia, esse cenário mudou. Hoje já é possível recrutar on-line, fazer reuniões sem sair do escritório e fidelizar clientes pelas redes sociais sem desembolsar nenhum centavo. “A internet, aliada a estratégias criativas, impulsiona o empreendedorismo”, afirma Carlos Sampaio, coordenador de suporte do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR). Pequenas Empresas & Grandes Negócios ouviu especialistas de diversos setores e elaborou 40 dicas para ajudá-lo a cortar despesas antes mesmo de abrir as portas.
Confira a seguir as estratégias que vão fazer sua start-up decolar.
1 > CALCULE OS CUSTOS DE ABERTURA
A emissão do alvará e taxas da junta comercial são os principais gastos para abrir a empresa legalmente. Segundo Cláudio Vallim, consultor jurídico do Sebrae-SP, dependendo do estado, pode haver outras contribuições obrigatórias, mas o custo total da burocracia varia de R$ 900 a R$ 1.500. Para resolver tudo, pode-se optar por contratar um contador ou advogado. Em São Paulo, o valor cobrado pelo prestador de serviço gira em torno de R$ 2 mil. 2 > EVITE O CRÉDITO PESSOAL
Não busque dinheiro em linhas de crédito pessoal. “Bancos estatais disponibilizam financiamento para pequenas e médias empresas com taxas vantajosas. Enquanto os juros do cartão de crédito são de 10% a 12% ao mês, as outras linhas variam de 1,5% a 2% ao mês. Fuja também das linhas pré-aprovadas, similares ao cheque especial e as mais caras do mercado”, diz o consultor em finanças Alexandre Guimarães, sócio da Kaph Financial Group. Empresas iniciantes podem ainda obter financiamento de até R$ 400 mil (com prazo de até 96 meses, com 36 de carência) do Proger Urbano, disponível em bancos credenciados com juro anual de até 5,33% ao ano, mais TJLP de 6,3% ao ano. 3 > MÓVEIS? SÓ O ESSENCIAL
Mobiliário é caro. No início, gaste pouco para escolher mesas e poltronas e utilize peças de segunda mão em bom estado. Com o tempo, quando o negócio for ganhando corpo, a decoração pode ir mudando. Muitos empresários, acostumados a trabalhar em grandes empresas, montam escritórios luxuosos e depois descobrem que não têm mais dinheiro para, por exemplo, contratar mão de obra qualificada ou para capital de giro. 4 > REAVALIE OS ESTOQUES
Não ter um estoque foi a solução que os donos do Magazine 25, loja que vende artigos para festas, encontraram para viabilizar o negócio. Em 2006, Vagner Fradinho Cândido de Oliveira, 55 anos, resolveu investir R$ 100 mil e criar uma loja virtual de produtos na rua 25 de Março. Como não tinha espaço para estocar mercadorias, o empresário não comprava nada antes que os pedidos fossem feitos. “Fazíamos acordos com empresas da região para tirar fotos dos produtos e publicar no site. Ao final do dia, verificávamos quantas vendas tinham sido realizadas e só então íamos às compras”, afirma Bruno Oliveira, 27 anos, filho de Vagner. O empreendimento familiar fatura R$ 5,5 milhões, emprega 30 funcionários e ocupa 36 salas de um prédio, onde fica também a loja física. 5 > FALE DE GRAÇA
Use e abuse de programas de ligações via VoIP. Com o Skype dá para fazer chamadas gratuitas pelo computador ou smartphone, utilizar recursos de vídeo, chat e realizar conferências com até nove pessoas. “Embora seja o mais famoso, já existem outras ferramentas grátis semelhantes para baixar na internet, entre elas o Gizmo, o Adphone e o X-lite. Além de a instalação ser simples, a qualidade da chamada não deve em nada à das operadoras de telefone”, afirma Carlos Sampaio, coordenador de suporte do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR). 6 > APOSTE NA NUVEM
Vale a pena hospedar na nuvem o correio eletrônico, o banco de dados, a parte contábil e o administrativo, entre outros. Acessar todas as informações da empresa de forma remota traz mobilidade. Outra vantagem dos serviços de cloud computing é a economia. Com eles, a manutenção da infraestrutura e a instalação dos softwares nos computadores corporativos diminuem, pois ficam a cargo do provedor do serviço. Não é preciso superdimensionar o servidor. Montar um parque servidor dentro da empresa sai, em média, R$ 20 mil. A mensalidade dos serviços de cloud computing gira em torno de R$ 80 por usuário. 7 > TOME DECISÕES SEM SAIR DO ESCRITÓRIO
Ao fazer reuniões opte pelos sistemas de teleconferências virtuais. Muitas vezes, o empresário tem de se locomover ou até viajar para tomar decisões importantes, o que gera gastos que podem ser evitados, pelo menos no início. “A Talkshoe oferece o serviço gratuito. Basta preencher um cadastro e abrir a conta. O Gotomeeting permite fazer videoconferências ilimitadas via web com até 15 participantes por US$ 49 mensais”, diz Carlos Sampaio, coordenador de suporte do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR). 8 > EMBARQUE NO GEOMARKETING
A ferramenta é uma pesquisa demográfica detalhada que ajuda a conhecer os moradores da região em que o negócio será criado, seu nível socioeconômico e hábitos de consumo. Isso diminui o risco e permite direcionar ações junto ao mercado de atuação. Com os dados, dá para fazer previsões de quanto o empreendimento vai faturar e analisar os concorrentes vizinhos. O Sebrae oferece, de graça, uma ferramenta de geomarketing chamada Bússola. Leia Mais
Fonte :Revista Globo
Considerações :Empresa S/A
3 de mar. de 2011
Business to Business - B2B é o nome dado ao comércio associado a operações de compra e venda, de informações, de produtos e de serviços através da Internet ou através da utilização de redes privadas partilhadas entre duas empresas, substituindo assim os processos físicos que envolvem as transações comerciais. O B2B pode também ser definido como troca de mensagens estruturadas com outros parceiros comerciais a partir de redes privadas ou da Internet, para criar e transformar assim as suas relações de negócios.
A Internet tem revolucionado os negócios, desempenhando um papel fundamental na transformação do mundo em um enorme mercado global, criando assim uma "economia digital". E-Business começa a ser uma necessidade cada vez maior para as empresas se manterem competitivas na economia digital de hoje, deixando de ser uma mera questão de escolha. A Internet tem criado oportunidades para as empresas expandirem os seus mercados, reduzindo os custos, aumentando a eficiência e a satisfação dos clientes e colaborarando com os seus parceiros, bem como com os concorrentes. O comércio B2B é uma área em que tais empresas podem atingir tais níveis de eficiência. Para responder ao desafio da globalização do comércio eletrônico, as empresas precisam de um processo eficaz e eficiente que satisfaça os negócios da necessidade de comprar e vender produtos de forma mais econômica e eficaz.
Conseqüentemente, identificam-se, de entre vários, três grupos principais de portais B2B, a saber
Portais para colaboradores (intranet) – são portais em que a empresa promove a comunicação interna, i. e., para com os seus colaboradores e entre colaboradores. Estas redes são restritas aos colaboradores da empresa ou grupo de empresas, permitindo o acesso a um conjunto de recursos da rede interna dessa empresa ou grupo de empresas. Através destes portais é possível unir os colaboradores da empresa, independentemente do local físico onde se encontrem e, portanto, vencer as distâncias que os separem;
Portais para parceiros (extranet) – são portais em que se promovem as relações entre empresas (B2B) ou entre uma dada empresa e as empresas com quem ela pretendem manter relações. São, portanto, redes que unem a empresa e os seus parceiros de negócio, com o objectivo de promover a colaboração e a partilha de informação;
Portais de terceiros ou e-markeplaces – são plataformas de intermediação que promovem a união de várias organizações compradoras e vendedoras. A negociação de produtos e serviços tem como suporte a Internet, que facilita e promove a compra online, num ambiente de muitos compradores e muitos fornecedores e/ou em ambientes mais limitados e dependentes, também, das características monopolistas, oligopolistas ou abertas dos mercados de origem das ofertas e procuras.
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Business to Business - B2B é o nome dado ao comércio associado a operações de compra e venda, de informações, de produtos e de serviços através da Internet ou através da utilização de redes privadas partilhadas entre duas empresas, substituindo assim os processos físicos que envolvem as transações comerciais. O B2B pode também ser definido como troca de mensagens estruturadas com outros parceiros comerciais a partir de redes privadas ou da Internet, para criar e transformar assim as suas relações de negócios.
A Internet tem revolucionado os negócios, desempenhando um papel fundamental na transformação do mundo em um enorme mercado global, criando assim uma "economia digital". E-Business começa a ser uma necessidade cada vez maior para as empresas se manterem competitivas na economia digital de hoje, deixando de ser uma mera questão de escolha. A Internet tem criado oportunidades para as empresas expandirem os seus mercados, reduzindo os custos, aumentando a eficiência e a satisfação dos clientes e colaborarando com os seus parceiros, bem como com os concorrentes. O comércio B2B é uma área em que tais empresas podem atingir tais níveis de eficiência. Para responder ao desafio da globalização do comércio eletrônico, as empresas precisam de um processo eficaz e eficiente que satisfaça os negócios da necessidade de comprar e vender produtos de forma mais econômica e eficaz.
Conseqüentemente, identificam-se, de entre vários, três grupos principais de portais B2B, a saber
Portais para colaboradores (intranet) – são portais em que a empresa promove a comunicação interna, i. e., para com os seus colaboradores e entre colaboradores. Estas redes são restritas aos colaboradores da empresa ou grupo de empresas, permitindo o acesso a um conjunto de recursos da rede interna dessa empresa ou grupo de empresas. Através destes portais é possível unir os colaboradores da empresa, independentemente do local físico onde se encontrem e, portanto, vencer as distâncias que os separem;
Portais para parceiros (extranet) – são portais em que se promovem as relações entre empresas (B2B) ou entre uma dada empresa e as empresas com quem ela pretendem manter relações. São, portanto, redes que unem a empresa e os seus parceiros de negócio, com o objectivo de promover a colaboração e a partilha de informação;
Portais de terceiros ou e-markeplaces – são plataformas de intermediação que promovem a união de várias organizações compradoras e vendedoras. A negociação de produtos e serviços tem como suporte a Internet, que facilita e promove a compra online, num ambiente de muitos compradores e muitos fornecedores e/ou em ambientes mais limitados e dependentes, também, das características monopolistas, oligopolistas ou abertas dos mercados de origem das ofertas e procuras.
21 de jan. de 2011
A três pedras fundamentais do marketing 3.0 (tentarei deixar bem claro, com minha visão).
COCRIAÇÃO: criar maneiras de criar produtos, serviços ou evoluções de seus produtos com ajuda de outros, do meio. Usando os próprios consumidores, parceiros, fornecedores e concorrentes (porque não? pegar o que o concorrente têm de bom e usar também).
COMUNIZAÇÃO: É o conceito de tribalismo. Saber que consumidores falam com consumidores e ouvem consumidores e principalmente, DESEJAM estar conectados com outros consumidores.
PERSONALIDADE: as criações de marcas e posicionamente devem transmitir uma personalidade. Só com a Personalidade, conseguirá estabelecer uma conexão com os seres humanos. Ela apresenta, que fica mais fácil para visualizar, o conceito dos 3 Is (Identidade, Integridade e Imagem da Marca).
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O que é Marketing 3.0 têm que ser colaborativo, cultural e espiritual. E as empresas que querem praticar marketing 3.0, devem estar a par dos problemas comunitários relacionados ao seu negócio.
A três pedras fundamentais do marketing 3.0 (tentarei deixar bem claro, com minha visão).
COCRIAÇÃO: criar maneiras de criar produtos, serviços ou evoluções de seus produtos com ajuda de outros, do meio. Usando os próprios consumidores, parceiros, fornecedores e concorrentes (porque não? pegar o que o concorrente têm de bom e usar também).
COMUNIZAÇÃO: É o conceito de tribalismo. Saber que consumidores falam com consumidores e ouvem consumidores e principalmente, DESEJAM estar conectados com outros consumidores.
PERSONALIDADE: as criações de marcas e posicionamente devem transmitir uma personalidade. Só com a Personalidade, conseguirá estabelecer uma conexão com os seres humanos. Ela apresenta, que fica mais fácil para visualizar, o conceito dos 3 Is (Identidade, Integridade e Imagem da Marca).
Achei o SlideShare de Marketing 3.0 e suas tendências. (primeira parte)
Ela mostra de forma bem clara a evolução do marketing, desde da era industrial (marketing 1.0, voltado ao produto) até a era da Criatividade, Cultura, Tradição e Meio Ambiente (Marketing 3.0, com uma abordagem voltada ao ser humano).
Fonte : MKT4.0
Percebam o quanto e importante o marketing nas organizações pois através dele que temos visão abrangente entendemos com mais veemência o mundo, o mercado, as pessoas os comportamento os desejos necessidade para criar dissimular,vender,adquirir idéias inovadoras que forneça satisfação,excelência eficácia e eficiência ..Aos clientes,e consumidores.
Fonte : MKT4.0
Esse blog Mkt 4.0 compartilha conteúdo de alto valor agregado.
vale a pena conferir.
Percebam o quanto e importante o marketing nas organizações pois através dele que temos visão abrangente entendemos com mais veemência o mundo, o mercado, as pessoas os comportamento os desejos necessidade para criar dissimular,vender,adquirir idéias inovadoras que forneça satisfação,excelência eficácia e eficiência ..Aos clientes,e consumidores.
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