16 de mar. de 2011
Esse e um estudo de caso muito ultil e mostra um pouco da trajetoria, das sandalias havaianas e suas concorrentes,essa apresentação revela indicadores interessantes,para entedermos como funciona esse segmento de negocio.


14 de mar. de 2011
Eike Batista é considerado pela  maiores revista do pais como o  homem mais rico do Brasil com fortuna de R$US$ 30 bilhões  o oitavo do mundo. Tem planos para conquistar a primeira posição nesse ranking, promover o Rio de Janeiro e o Brasil. O empresário, dono do grupo EBX, fala de seus investimentos na área de mineração, energia e construção

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A petrolífera anuciou que vai comprar a produtora brasileira de etanol Companhia Nacional de Açúcar e Álcool (CNAA) por US$ 680 milhões, ampliando sua presença na indústria de biocombustíveis no país.

A BP, que passou os últimos meses reestruturando seu portfólio de ativos enquanto tenta deixar para trás o vazamento de petróleo no Golfo do México, informou que vai comprar uma participação de 83% na CNAA, além de refinanciar 100% das dívidas existentes da companhia.
O acordo deve aumentar a capacidade produtiva da BP no Brasil para cerca de 1,4 bilhão de litros de etanol equivalente por ano, ante nível atual de 435 milhões de litros, informou a empresa, acrescentando que é a maior transação já realizada pela BP Alternartive Energy.
A BP, que passou os últimos meses reestruturando seu portfólio de ativos enquanto tenta deixar para trás o vazamento de petróleo no Golfo do México, informou que vai comprar uma participação de 83% na CNAA, além de refinanciar 100% das dívidas existentes da companhia.
O acordo deve aumentar a capacidade produtiva da BP no Brasil para cerca de 1,4 bilhão de litros de etanol equivalente por ano, ante nível atual de 435 milhões de litros, informou a empresa, acrescentando que é a maior transação já realizada pela BP Alternartive Energy.
"Esta aquisição é um marco importante em nossa estratégia de construir uma posição de liderança em biocombustíveis sustentáveis", afirmou Philip New, vice-presidente da BP Biofuels.
11 de mar. de 2011
Especialista em Marketing Digital e E-commerce


Sandra Turchi 
Como você já notou seus clientes são diferentes, alguns consomem mais do que outros, ou consomem com maior frequência, sendo assim é crucial saber detectá-los claramente para conhecer melhor quem são os mais rentáveis e atendê-los de forma satisfatória, como também identificar futuros clientes que tenham esse mesmo perfil. Isso já era uma prática utilizada há tempos pelos experts em marketing direto e que também se aplica muito bem no universo digital.
(artigo para o Portal Mundo do Marketing)
Veja, o caso de campanhas de email marketing, tão utilizadas e tão lucrativas. Se a sua empresa disparar emails para todos terá alguns problemas: poderá ser acusada de Spammer, ou seja, um disparador de SPAMs, e poderá receber punições por isso (conheça as regras no site do CAPEM – código de auto-regulamentação do email marketing), poderá saturar sua base de contatos, oferecendo ofertas que não são do interesse deles e, além disso, você jogará dinheiro fora, pois custa mais caro alcançar milhares de pessoas que não são potenciais compradores dos seus produtos. Sendo assim, é melhor identificar os seus bons clientes e, a partir daí, os “prospects” corretos, ou seja pessoas que tenham um perfil próximo ao daqueles seus bons clientes e que terão, com isso, maiores chances de consumir os seus produtos ou serviços.
Para isso é fundamental a empresa construir sua própria base de clientes, pois auxiliará nas etapas de análise que virão a seguir. Se a empresa não conhecer quem são os seus clientes, quem os conhecerá? Portanto, mãos à obra, mesmo que você não disponha de boa tecnologia é possível iniciar com soluções caseiras mesmo, não importa. O que é inadmissível é sua empresa tratar sua base de clientes de forma displicente, pois ela é o bem mais valioso que possui, lembre-se disso!
Para tratamento posterior desses dados, de forma que se possam identificar novos clientes com o mesmo perfil dos “bons clientes”, baseado no seu histórico e fazer uma segmentação adequada há empresas que possuem sistemas específicos que poderão ajudá-lo a trazer muito mais inteligência ao seu negócio e às suas campanhas. São chamados “Marketing Services”, que entre outras atividades, executam essa tarefa de “prospecção” qualificada, pois se utilizam de uma série de estatísticas para definir apropriadamente esses grupos de consumo.
Outro caminho que cresce cada vez no marketing direto digital é o uso dos celulares, pois não há nada mais direto para alcançar determinado cliente do que esse meio. São diversas as possibilidades para se fazer mobile marketing, porém, esse tema será tratado em futuros artigos.
Além dessa preocupação com o tratamento dos dados, para que se possa ser mais assertivo nas campanhas, há alguns outros pontos que serão úteis. Dicas práticas: 1) encontre sua audiência – conforme descrito acima; 2) crie um sistema (ou use um que já existe) para se comunicar com ela de várias formas; 3) crie conteúdos novos e de grande valor, com foco no seu público-alvo e 4) mensure sempre os resultados, para aprimorar a cada nova campanha.
Com essas ações você terá maiores chances de gerar o tão visado “engajamento” dos seus clientes, que é esse envolvimento do consumidor com sua marca, esse alinhamento de interesses, essa proximidade, que faz com que os clientes além de consumirem os seus produtos passem também a indicar e até mesmo defender a sua empresa, quando preciso.
Claro que nada disso é simples e trivial, mas se sua empresa não começar, nunca poderá saber se traz resultados efetivos ou não!
Fonte
10 de mar. de 2011
Segue algumas dicas que tirei do curso que fiz "qualidade de serviços"pela  FGV vale a pena conferir , é  só uma introdução e algumas dicas.
Os elementos desse sistema começam a se relacionar a partir das entradas ou inputs

Que geram as atividades de valor , ou seja , operações que produzem os resultados ,outputs

Isto é , produtos e serviços que são entregues ao mercado ou ao clientes
Avaliação do desempenho desse sistema permite adicionar cada vez mais valor a ele
                                                      Conceito:  Agregar valor
O conceito que surgiu no século XV , na área de economia , e que representa o conjunto de valores adicionais ao preço de produtos ou serviços, em função de benefícios agregados por melhoria de qualidade , conveniência e facilidade de utilização ou satisfação do consumidor
As principais decisões e os processos de gestão de operações dizem respeito a Como combinar os recursos de entrada Adequar os produtos e serviços a serem entregues
Organizar as atividades de geração de valor por meio de avaliação de desempenho Balanced score card


Segmentar significa, num primeiro momento, sacrificar ganhos de escala. Se o item é voltado para um grupo específico, o volume da produção se reduz e os custos aumentam. Em mercados como o brasileiro, o chinês ou o indiano, contudo, mesmo quando um produto se destina a determinado nicho, seu alcance é grande. A Nestlé criou, em 2005, um leite em pó exclusivamente para o Nordeste, ao qual adicionou vitaminas que são deficientes na alimentação local, e ainda o embalou em saco plástico, para baixar o preço. Com tais ajustes, já vende nessa única região brasileira quantidade de leite em pó equivalente à que consome a população inteira de um país como o México. "Criar e adaptar produtos para atender às demandas de um país torna-se interessante quando ele oferece um mercado consumidor de tamanho razoável e que dá sinais de efervescência", diz Eugenio Foganholo, diretor de uma consultoria especializada em varejo.
Boa parte das adaptações feitas em países mais pobres, como o Brasil, tem como prioridade tornar esses produtos acessíveis a pessoas com poder aquisitivo menor. É o que se observa no exemplo do leite em pó, mas também na decisão dos fabricantes de chocolate de substituir manteiga de cacau por gordura vegetal, o que significou um corte de 50% no preço final das barras brasileiras, ou na aposta da indústria no velho sabonete em barra, em detrimento das versões líquidas, que dominam o mercado na Europa e nos Estados Unidos. O que ocorre hoje no Brasil, no entanto, é uma verdadeira ampliação no rol de adaptações.




Adaptar um produto custa caro e é muito trabalhoso – uma verdadeira operação de guerra. A depender do tipo de modificação, setores que vão do laboratório ao departamento de marketing se envolvem no processo. Eis o que aconteceu, por exemplo, quando a Procter & Gamble decidiu lançar, neste ano, uma nova pasta de dentes no Brasil. Ainda que a fórmula fosse bastante semelhante à de outras pastas já criadas pela empresa, só nessa foi preciso investir algo como 100 milhões de dólares e três anos de trabalho, período em que se realizaram nada menos do que quinze pesquisas com 5 000 consumidores para desbravar, entre outras coisas, hábitos de escovação e a predileção por sabores. Foram criadas ainda cinquenta embalagens, para se escolher apenas uma.

Esse tipo de investimento leva de três a cinco anos para ser recuperado. Se as escolhas são acertadas, o retorno é alto. "Nossas vendas quadruplicaram depois que fizemos ajustes nos chocolates vendidos no mercado brasileiro", diz a gerente de marketing da americana Hershey’s no Brasil, Renata Vieira. Em 2001, com os tabletes importados encalhando nas prateleiras, a Hershey’s não teve alternativa senão construir uma fábrica para atender a uma exigência local: os brasileiros desaprovavam a barra individual, por considerá-la grande demais. O peso, de 70 gramas, havia sido calculado para atender à demanda dos americanos. Para fabricar os atuais tabletes de 25 gramas no Brasil, foi necessário montar uma linha de produção inteiramente diferente. À receita original, adicionaram-se ainda açúcar e cacau nacional, que, ao contrário do americano, deixa um leve gosto de queimado. Era o que queriam os brasileiros, segundo apontavam as pesquisas. Curiosamente, o mesmo chocolate sofreu mutação contrária na China. Ali, a Hershey’s reduziu o açúcar para ajustar-se a um paladar que preza mais o salgado.
Existe o consenso de que em poucos países o desafio da adaptação é tão complexo quanto no Brasil. "Em nenhum dos 175 países em que atuamos é preciso segmentar tanto os produtos", diz Juliana Sztrajtman, gerente de marketing da Johnson & Johnson no Brasil. Isso porque não há algo como um perfil único do consumidor brasileiro. Além das disparidades de renda, é preciso levar em conta os hábitos regionais e a diversidade do clima – coisa que não se vê, por exemplo, em países menores e culturalmente mais homogêneos. No Brasil, até o paladar varia de uma região para outra. Assim, a Nestlé se viu obrigada a inventar três versões de café solúvel – mais concentrado no Sul, intermediário no Sudeste e suave no Nordeste. Em razão de sua diversidade racial, o Brasil ainda reúne dezenas de tipos físicos. Para uma empresa como a L’Oréal, a maior do mundo no setor de produtos de beleza, isso significa produzir uma variedade quatro vezes maior de xampus e condicionadores do que em outros países. Só para cabelos cacheados, há cinco variações. "É tão difícil criar produtos para o mercado brasileiro que, se eles dão certo aqui, têm grande chance de fazer sucesso em outros lugares", diz o francês Olivier Blayac, diretor de desenvolvimento da empresa na América Latina.
Fonte :deacon
9 de mar. de 2011

O mercado financeiro estimou, na última semana, por meio do relatório de mercado, também conhecido como Focus - documento que é fruto de pesquisa com analistas de bancos, que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2011 deverá fechar em 5,78%. No boletim anterior, a previsão fora de 5,80%. Nas 12 semanas anteriores, a estimativa da inflação só aumentava.
De acordo com o boletim, divulgado pelo Banco Central nesta quarta-feira (9), para 2012, a estimativa do mercado para o IPCA subiu para 4,80%, acima da previsão de 4,78% da semana anterior. As projeções do mercado foram coletadas na mesma semana em que o Comitê de Política Monetária do Banco Central elevou a Selic em 0,50 ponto percentual, para 11,75%.
Para a Selic, a projeção do mercado se manteve em 12,50% para o final de 2011 e em 11,25% para o final de 2012.
PIB  Fonte : G1
Já a estimativa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano foi reduzida de 4,30%, no último boletim, para 4,29%. Para 2012, a projeção foi mantida em 4,5%.
A estimativa para o câmbio no final do ano se manteve em R$ 1,70, mas a projeção para o final de 2012 foi reduzida de R$ 1,79 para R$ 1,77.
Boa esses projeções o mercado cada vez mais crescente isso tudo por conseqüência de medida que liberam e fortalecem a economia.

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